Feliz Ano Novo 2022

 

Feliz Ano Novo

Gostaria de desejar a todos um feliz ano novo, mas um verdadeiro ano novo, não como se fosse uma manta mágica de desejos que caísse sobre nós sem qualquer relação com a nossa vida prática.
Gostaria que nesse ano novo:
Os pais fossem mais presentes na vidas dos seus filhos,
As pessoas corressem menos e dessem mais tempo ao seu próximo e aos relacionamentos.
As famílias vivessem em equilíbrio e paz interna.
As pessoas fossem valorizadas pelo que são e não pelo que tem.
Os líderes religiosos falassem menos de amor e amassem mais seu próximo.
Que os lideres religiosos erguessem menos paredes e mais vidas, falassem menos sobre dinheiro e mais sobre servi ao próximo.
Que as pessoas fossem menos aos templos e visitassem mais aos necessitados ao seu redor.
A saúde das pessoas não fossem tratada como comodidade ou politizada e meio de enriquecimento rápido.
Que nenhum pai ou mãe tivesse que chorar a morte prematura de um filho(a).
Que as pessoas aprendessem que vidas não são descartáveis e sim as possessões materiais.
O pequeno agricultor ganhasse um preço justo pelos seus produtos e os atravessadores parassem de ganhar fortunas exorbitantes pela exploração dos mesmos.
Que não haja outra crise econômica causada pela ganância dos investidores do mercado financeiro.
Que os EUA parassem de invadir países atrás do petróleo usando o pretexto que estão espalhando a liberdade e democracia.
Que os novos milionários olhassem para os milhares que não tem nada ao seu redor antes de comprarem sua primeira Ferrari.
Que houvesse menos apelo sexual na mídia e mais promoção dos valores da família.
Que os jornais falassem a verdade sem partidarismo.
Que houvesse menos ostentação dos ricos e mais consideração aos valores humanos.
Que aprendêssemos admirar e a valorizar as pessoas que tem experiência e sabedoria e não as pessoas com títulos acadêmicos, esses muitas vezes são acumuladores de informação mas desprovidos de qualquer sabedoria.
Que a “comissão dos direitos humanos” lutasse pelos direitos da vítima e não do delinquente.
Que o conhecimento fosse democratizado e não comercializado.
Que considerássemos as falhas do próximo da mesma forma que queremos ser considerados.
Que escolhamos vida acima da morte, salvar o inocente e indefeso quando esse mesmo não tem voz.
Que o Senhor use uma medida maior de sua graça quando considerar minhas falhas.
Que as pessoas acreditem que pode haver um mundo melhor, um mundo onde minhas decisões por menor que sejam tem um profundo poder de mudar o mundo ao meu redor.
Se nada disso acontecer, infelizmente não será um ano novo, mas uma repetição tediosa do ano que acaba de passar com todas as suas mazelas.
Autor: A. De Assis

Feliz Ano Novo

Gostaria de desejar a todos um feliz ano novo, mas um verdadeiro ano novo, não como se fosse uma manta mágica de desejos que caísse sobre nós sem qualquer relação com a nossa vida prática.

Gostaria que nesse ano novo:

Os pais fossem mais presentes na vidas dos seus filhos,

As pessoas corressem menos e dessem mais tempo ao seu próximo e aos relacionamentos.

As famílias vivessem em equilíbrio e paz interna.

As pessoas fossem valorizadas pelo que são e não pelo que tem.

Os líderes religiosos falassem menos de amor e amassem mais seu próximo.

Que os lideres religiosos erguessem menos paredes e mais vidas, falassem menos sobre dinheiro e mais sobre o amor.

Que as pessoas fossem menos aos templos e visitassem mais aos necessitados ao seu redor.

A saúde das pessoas não fossem tratada como comodidade e meio de enriquecimento rápido e a saúde não fosse politizada.

Que as pessoas aprendessem que vidas não são descartáveis e sim as possessões materiais.

O pequeno agricultor ganhasse um preço justo pelos seus produtos e os atravessadores parassem de ganhar fortunas exorbitantes pela exploração dos mesmos.

Que nenhum pai ou mãe tivesse que chorar a morte prematura de um filho(a) perdido para a violência urbana.

Que não haja outra crise econômica causada pela ganância dos investidores do mercado financeiro.

Que os EUA parassem de invadir países atrás do petróleo usando o pretexto que estão espalhando a liberdade e democracia.

Que os novos milionários olhassem para os milhares que não tem nada ao seu redor antes de comprarem sua primeira Ferrari.

Que houvesse menos apelo sexual na mídia e mais promoção dos valores da família.

Que os jornais falassem a verdade sem partidarismo.

Que houvesse menos ostentação dos ricos e mais consideração aos valores humanos.

Que aprendêssemos admirar e a valorizar as pessoas que tem experiência na vida e (sabedoria) e não as pessoas com títulos acadêmicos, muitas vezes acumuladores de informação mas desprovidos de qualquer sabedoria.

Que a “comissão dos direitos humanos” lutasse pelos direitos da vítima também e não do delinquente. 

Que o conhecimento fosse democratizado e não comercializado.

Que consideremos as falhas do próximo da mesmo forma que queremos ser considerados.

Que escolhamos vida acima da morte, salvar o inocente e indefeso quando esse mesmo não tem voz.  

Que D-us use uma medida maior de sua graça quando considerar minhas falhas.

Que as pessoas acreditem que pode haver um mundo melhor, um mundo onde minhas decisões por menor que sejam tem um profundo poder de mudar o mundo ao meu redor,

Se nada disso acontecer infelizmente não será um ano novo, mas uma repetição tediosa do ano que acaba de passar com todas as suas mazelas.

Autor: A. De Assis

Feliz Ano Novo

Gostaria de desejar a todos um feliz ano novo, mas um verdadeiro ano novo, não como se fosse uma manta mágica de desejos que caísse sobre nós sem qualquer relação com a nossa vida prática.

Gostaria que nesse ano novo:

Os pais fossem mais presentes na vidas dos seus filhos,

As pessoas corressem menos e dessem mais tempo ao seu próximo e aos relacionamentos.

As famílias vivessem em equilíbrio e paz interna.

As pessoas fossem valorizadas pelo que são e não pelo que tem.

Os líderes religiosos falassem menos de amor e amassem mais seu próximo.

Que os pastores erguessem menos paredes e mais vidas, falassem menos sobre o dizimo e mais sobre o amor.

Que as pessoas fossem menos a igreja e visitassem mais aos necessitados ao seu redor.

A saúde das pessoas não fossem tratada como comodidade e meio de enriquecimento rápido.

Que as pessoas aprendessem que vidas não são descartáveis e sim as possessões materiais.

O pequeno agricultor ganhasse um preço justo pelos seus produtos e os atravessadores parassem de ganhar fortunas exorbitantes pela exploração dos mesmos.

Que nenhum pai ou mãe tivesse que chorar a morte prematura de um filho(a) perdido para a violência urbana.

Que não haja outra crise econômica causada pela ganância dos investidores do mercado financeiro.

Que os EUA parassem de invadir países atrás do petróleo usando o pretexto que estão espalhando a liberdade e democracia.

Que os novos milionários olhassem para os milhares que não tem nada ao seu redor antes de comprarem sua primeira Ferrari.

Que houvesse menos apelo sexual na mídia e mais promoção dos valores da família.

Que os jornais falassem a verdade sem partidarismo.

Que houvesse menos ostentação dos ricos e mais consideração aos valores humanos.

Que a “comissão dos direitos humanos” lutasse pelos direitos da vítima também.

Que o conhecimento fosse democratizado

Que D-us use uma medida maior de sua graça quando considerar minhas falhas.

Que as pessoas acreditem que pode haver um mundo melhor, um mundo onde minhas decisões por menor que sejam tem um profundo poder de mudar o mundo ao meu redor,

Se nada disso acontecer infelizmente não será um ano novo, mas uma repetição tediosa do ano que acaba de passar com todas as suas mazelas.

Autor: Adivalter Sfalsin

DIA 1 DE JANEIRO PARA O JUDAÍSMO.

O QUE SIGNIFICA O DIA 1 DE JANEIRO PARA O JUDAÍSMO?

 

No ano 46 antes de Cristo o imperador romano Júlio César estabeleceu pela primeira vez o primeiro de janeiro como o dia do Ano Novo. Janus era o deus romano dos portões, e tinha duas faces, uma olhando para a frente e uma para trás. César sentiu que o mês sendo nomeado com o nome deste deus (“Janeiro”) seria a “porta” apropriada ao novo ano. César celebrou o primeiro 01 de janeiro como Ano Novo, ordenando um conflito violento com as forças revolucionários judaicas na Galiléia. Testemunhas escreveram que o sangue fluía nas ruas.

 

Quando o Cristianismo se espalhou, feriados pagãos ou foram incorporados ao calendário cristão ou abandonados. No início do período medieval a maioria da Europa cristã considerava o Dia da Anunciação (25 de março) como o início do ano. (Segundo a tradição católica, o dia da Anunciação comemora o anúncio do anjo Gabriel a Maria que ela estaria gravida e que conceberia um filho que seria chamado de Jesus.)

 

Depois que Guilherme, o Conquistador (conhecido também como “William bastardo” ou “Guilherme da Normandia”) tornou-se rei da Inglaterra em 25 de dezembro de 1066, ele decretou o retorno inglês para a data estabelecida pelos pagãos romanos, 01 de janeiro. Este movimento garantiu que a comemoração do nascimento de Jesus (25 de Dezembro) se alinhasse com a coroação de William, e a comemoração da circuncisão de Jesus (01 de janeiro) iniciando-se assim o novo ano – ligando assim os calendários inglês e cristão em sua coroação. Esta inovação de William foi finalmente rejeitada, e a Inglaterra voltou a fazer como o resto do mundo cristão e voltou a celebrar o Dia do Ano Novo em 25 de março.

 

Em 1582, o Papa Gregório XIII (conhecido também como “Ugo Boncompagni”, 1502-1585) abandonou o calendário juliano tradicional. Pelas contas do Juliano, o ano solar composto por 365,25 dias, e a intercalação de um “dia bissexto” a cada quatro anos tinha a intenção de manter a correspondência entre o calendário e as estações do ano. No entanto, houve uma pequena imprecisão na medição do Juliano (o ano solar é na verdade 365 dias, 5 horas, 48 minutos e 46 segundos = 365,2422 dias). Essa pequena imprecisão fez com que o calendário juliano atrasasse as estações do ano, um dia por século. Embora esta regressão ainda fosse de 14 dias no seu tempo, o Papa Gregório, baseou sua reforma sobre a restauração do equinócio vernal, que caia dia 11 de março, para a mesma data que ocorreu 1257 anos antes, quando Concílio de Nicéia foi convocado (21 de março de 325 d.e.c). O Papa Gregório fez a correção avançando o calendário em 10 dias.

 

No dia do Ano Novo de 1577 o Papa Gregório XIII decretou que todos os judeus romanos, sob pena de morte, deveriam ouvir atentamente um sermão de conversão da Igreja Católica proferido de forma obrigatória nas sinagogas romanas depois das reuniões religiosas nas sexta-feiras. No dia do Ano Novo de 1578 Gregório assinou uma lei que forçava os judeus a pagar uma “taxa de apoio” a uma “Casa de conversão”, para converter judeus ao cristianismo. E no Ano Novo de 1581 Gregório ordenou às suas tropas que confiscassem toda a literatura sagrada da comunidade judaica de Roma. Milhares de judeus foram assassinados nesta campanha.

 

Ao longo dos períodos medieval e pós-medieval, 01 de janeiro – supostamente o dia da circuncisão de Jesus – foi reservado para atividades anti-judaicas: queimando sinagogas e livros, atos de torturas públicas e homicídios .

 

O termo em Israel para as comemorações da noite de Ano Novo é “Sylvester (Silvestre)”. Silvestre era o nome do “santo” do Papa romano, que reinou durante o Concílio de Nicéia (325 d.e.c). No ano antes do Concílio de Nicéia ser convocado, Silvestre convenceu Constantino a proibir os judeus de viver em Jerusalém. No Concílio de Nicéia, Silvestre organizou a aprovação de uma série de legislações violentamente anti-semitas. A todos os “santos” católicos foi concedido um dia em que os cristãos celebram e prestam homenagens à sua memória. 31 de dezembro é o de dia de São Silvestre – assim as comemorações do Ano Novo da noite de 31 de dezembro terminaram por coincidir com as da memória de Silvestre.

 

Assim sendo, enquanto bilhões de pessoas no mundo comemoram esta data bebendo e festejando, judeus de Israel em sua maioria apenas a recordam como mais uma data trágica na historia deste povo. Mais uma marcada por fortes declarações anti-semitas e pessoas tentando nos impedir de viver em Jerusalém! Mas este ano podemos comemorar, pois o povo judeu vive e em Jerusalém!!

 

Feliz Ano Novo a todos que seguem o calendário gregoriano!! Muita luz e paz!
 
Autor: Adivalter Sfalsin