Quando o Céu Tocou a Terra

Dia 50 Shavuot

Quando o Céu Tocou a Terra – Duas Alianças, Uma Missão

O dia cinquenta chegou. Após quarenta e nove dias de introspecção, purificação e amadurecimento espiritual, guiados pela Contagem do Omer, entramos em Shavuot, a Festa das Semanas. Mas este dia não é apenas o encerramento de um ciclo, é o ponto alto, o cume que permite enxergar a paisagem inteira. Shavuot não marca apenas o fim da jornada, mas o início de uma missão renovada. Neste dia, celebramos a entrega da Palavra Divina no Sinai e o derramamento do Espírito em Jerusalém. A mesma convocação divina que moldou uma nação no deserto também acendeu corações na cidade santa. Pentecostes, como é chamado em grego, não é uma festa exclusivamente cristã nem um evento desconectado das Escrituras Hebraicas. Trata-se da mesma celebração bíblica conhecida em hebraico como Shavuot. Duas palavras, dois idiomas, uma só festa. Pentecostes não nasceu no Novo Testamento. Ele floresceu a partir das raízes profundas da Torá, nutridas com a história da redenção de Israel e fortalecidas pelas promessas dos profetas. Pentecostes é Shavout com sotaque grego. Shavuot significa “semanas”. A festa ocorre cinquenta dias após o início da colheita da cevada, no período da Páscoa (Pessach). Em Levítico 23:15-21, D‑us ordena a contagem de sete semanas completas, a partir do dia seguinte ao sábado da pascoa, até o quinquagésimo dia. Esse é o dia de uma santa convocação, o dia da celebração de Shavuot.

“Contareis para vós, desde o dia seguinte ao sábado, desde o dia em que trouxerdes o molho da oferta movida, sete semanas completas serão. Até o dia seguinte ao sétimo sábado contareis cinquenta dias.” (Levítico 23:15-16)

Essa contagem, chamada de Sefirat HaOmer, conecta a libertação física do Egito à revelação espiritual no Sinai. Marca também a transição entre a colheita da cevada e a do trigo. Shavuot é, portanto, uma festa agrícola, mas também uma festa de aliança. No calendário bíblico, é neste dia que se comemora a entrega da Torá ao povo de Israel. Sinai é a teofania que moldou uma nação. O livro de Êxodo narra que, cinquenta dias após sair do Egito, os filhos de Israel chegaram ao Monte Sinai. Ali, D‑us desceu em fogo, a montanha fumegava, o povo tremeu diante da majestade divina. Não foi uma experiência privada. Foi um encontro coletivo, um evento fundacional. D‑us falou, e todos ouviram, cerca de 2.5 milhões de pessoas. Isso é único na narrativa humana. Nenhuma outra religião começa com o Divino se manifestando a uma multidão.

“E todo o monte Sinai fumegava, porque o Senhor descera sobre ele em fogo.” (Êxodo 19:18)

Foi no Sinai que Israel recebeu a Torá, não apenas como um código de ética, mas como a revelação do caráter de D‑us e o selo de uma aliança com um povo escolhido para ser luz entre as nações. Shavuot tornou-se, assim, o marco do nascimento espiritual de Israel. No Novo Testamento, o episódio do Pentecostes não representa uma ruptura, mas sim uma continuidade dessa história sagrada. Séculos depois, a festa de Shavuot passou a ser chamada Pentekostē pelos judeus da diáspora de língua grega. Ao lermos Atos 2 e encontrarmos os discípulos reunidos “no dia de Pentecostes”, não estamos diante de uma nova festividade, mas da mesma celebração bíblica, agora revestida de um novo cumprimento profético.

“E, cumprindo-se o dia de Pentecostes (contagem o Omer, 50 dias), estavam todos reunidos no mesmo lugar.” (Atos 2:1)

Neste dia, algo extraordinário acontece. O Espírito Santo é derramado. Línguas como de fogo pousam sobre os discípulos. Um som como de vento enche o lugar. Todos são cheios do Espírito e começam a proclamar as grandezas de D‑us em diversas línguas. O céu toca a terra novamente. Dois fogos, uma mensagem. As semelhanças entre Sinai e Jerusalém são impressionantes. No Sinai, D‑us desce em fogo. Em Jerusalém, línguas de fogo descem sobre os discípulos. No Sinai, o povo ouve a voz de D‑us em meio ao trovão. Em Jerusalém, um som sobrenatural enche o ambiente. No Sinai, nasce uma nação sacerdotal. Em Jerusalém, nasce a comunidade messiânica composta majoritariamente por judeus que esperavam a concretização das promessas de D‑us a Israel. A tradição judaica afirma que, no Sinai, a voz de D‑us se dividiu em setenta línguas. Isso representa a intenção divina de que Sua Palavra alcance todos os povos. Em Atos 2, judeus da diáspora, vindos de diferentes regiões do Império Romano, muitos dos quais já não falavam hebraico fluentemente, ouvem a mensagem em suas línguas nativas.

(Atos 2:9-10 ⁹ Partos e medos, elamitas e os que habitam na Mesopotâmia, Judeia, Capadócia, Ponto e Ásia, ¹⁰ E Frígia e Panfília, Egito e partes da Líbia, junto a Cirene, e forasteiros romanos, tanto judeus como prosélitos).

O Espírito capacita os discípulos para comunicar a verdade eterna de forma compreensível a cada coração presente. Esses judeus estavam em Jerusalém por fidelidade à Torá. Eles não haviam rompido com o judaísmo, mas o viviam com esperança messiânica. Ao testemunharem os sinais do Espírito e ouvirem a pregação sobre Yeshua, muitos creram. Atos 2 relata que três mil pessoas foram salvas naquele dia que contrasta diretamente com os três mil que morreram em Êxodo 32, após o episódio do bezerro de ouro. Esses judeus ao voltarem para suas cidades espalhadas pelo mundo greco-romano, levaram consigo o testemunho vivo de que o Messias prometido ressuscitou. Não levaram uma nova religião, mas uma nova revelação dentro da mesma fé.

A nova aliança prometida. O profeta Jeremias havia anunciado uma nova aliança, onde a Torá seria escrita no coração:

“Porei a minha lei no seu interior, e a escreverei no seu coração.” (Jeremias 31:33)

Shavuot se torna, assim, o cumprimento visível dessa promessa. O Espírito não anula a Torá, mas a grava no íntimo. Paulo reafirma isso quando diz:

“A letra mata, mas o espírito vivifica.” (2 Coríntios 3:6)

Yeshua e o Omer: a precisão da colheita espiritual. O Novo Testamento revela que Yeshua ressuscitou no dia das Primícias, o primeiro dia da Contagem do Omer. Conforme 1 Coríntios 15:20, Ele é chamado de “as primícias dos que dormem”. Sua ressurreição inaugura a colheita futura, simbolizada em Shavuot. Durante quarenta dias após a ressurreição, Yeshua aparece aos discípulos, ensinando sobre o Reino de D‑us. Em Atos 1:3 lemos:

“Apresentou-se vivo com muitas provas incontestáveis, aparecendo-lhes por quarenta dias, falando das coisas concernentes ao Reino de D‑us.”

Após esse período, Ele ordena que permaneçam em Jerusalém, esperando pela promessa do Pai. Eles aguardam por mais dez dias. No quinquagésimo, durante Shavuot, o Espírito é derramado.

Primícias do Espírito e colheita viva. No Sinai, três mil morreram por causa da idolatria do bezerro de ouro. Em Jerusalém, três mil são salvos no mesmo dia da entrega do Espírito. O que antes foi tragédia agora é redenção. A graça não anula a justiça, mas a eleva e transforma. Shavuot, que antes envolvia a entrega dos primeiros frutos agrícolas, agora testemunha a entrega das primícias espirituais. Os discípulos se tornam sementes espalhadas nas nações, portadores do Reino.

Uma só missão, uma só fé. Shavuot não marca o nascimento de dois povos, mas o desdobramento de uma missão. D‑us formou Israel como nação santa. Em Jerusalém, Ele amplia o convite aos gentios que creem no Messias. Como Isaías profetizou:

“Também te dei como luz para os gentios, para seres a minha salvação até os confins da terra.” (Isaías 49:6)

A comunidade messiânica não substitui Israel. Ela é enxertada na mesma oliveira, como afirma Paulo em Romanos 11:17. A aliança continua. A missão se expande.

Por que esquecemos essa festa? Apesar de sua importância, Shavuot é muitas vezes esquecida no calendário cristão tradicional. Festas com raízes pagãs, como o Natal, são amplamente celebradas. Mas a entrega da Torá e o derramamento do Espírito, marcos centrais da fé bíblica, muitas vezes passam despercebidos. Neste ano, Shavuot será celebrado do pôr do sol de domingo, 1º de junho, até a noite de terça-feira, 3 de junho. É um momento oportuno para voltar às raízes, relembrar o pacto, renovar a fé e receber um novo sopro de vida. Shavuot e Pentecostes são duas faces de uma mesma revelação. A Palavra e o Espírito caminham juntos. A verdade e o poder são inseparáveis. O D‑us que falou no Sinai é o mesmo que soprou sobre os discípulos em Jerusalém. Hoje, Ele ainda fala, ainda sopra, ainda envia. Celebrar Shavuot com entendimento bíblico é lembrar que a fé em Yeshua está firmemente enraizada nas promessas feitas a Israel. É reconhecer que o Espírito que habita em nós é o mesmo que desceu no monte e acendeu corações em Jerusalém.

A Palavra foi dada. O Espírito foi derramado. Agora, é com você. Que neste Shavuot você se torne colheita viva. Que sua vida revele a presença de D‑us com clareza, coragem e santidade.

Adivalter Sfalsin

No ano que vem vamos repetir a dose.

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Plenitude da Jornada

Dia 49 – Plenitude da Jornada

📅 Semana 7 – Realeza, Liderança e Presença

Tema: A alma madura que manifesta a luz

Chegamos ao último dia. Foram 49 degraus. Sete semanas. Sete camadas da alma trabalhadas com intenção, disciplina e fé. A cada passo, uma face do nosso ser foi revelada e transformada. Começamos com graça (chesed), a bondade que transborda, passamos pela firmeza, harmonia, resistência, entrega, pela profundidade dos vínculos, e, nesta última semana, fomos confrontados com a expressão final da maturidade espiritual: a realeza interior. Mas diferente do que o mundo entende por realeza, aqui ela não fala de coroas, tronos ou domínio sobre os outros. Fala de uma alma que aprendeu a se governar com sabedoria. De alguém que não apenas recebeu revelações, mas agora se torna canal da própria Presença de D‑us no mundo. A Contagem do Omer não é uma rotina religiosa, mas uma travessia simbólica. Uma travessia que nos tirou do Egito interior, da pressa, do ego, do automatismo e nos trouxe para o Sinai, onde recebemos novamente a missão de sermos luz entre as nações. Uma escola da alma. Uma escada espiritual que nos convida, dia após dia, a nos tornarmos mais conscientes, mais plenos, mais livres. Hoje, não celebramos a perfeição, mas a transformação. Não o fim, mas a maturidade que floresceu no processo. Cada decisão diária de amar, perdoar, permanecer, silenciar, servir e crescer foi um tijolo nessa construção invisível. Agora, ao chegar aqui, algo em nós se alinha com o Céu. Somos convidados a viver como reflexo do Rosto de D‑us no mundo. Chegar até aqui é um marco. Mas também um recomeço. Porque a luz que foi acesa no íntimo precisa agora iluminar o cotidiano, na família, no trabalho, na comunidade. O mundo carece de corações despertos, de presenças que curam, de vozes que inspiram. E você é parte disso. A realeza espiritual não se esconde, ela se manifesta. Não para brilhar sozinha, mas para acender outros.

Foco prático do dia:

Olhe para trás e reconheça o quanto cresceu. Depois, olhe para frente com coragem. Pergunte ao D‑us da sua jornada: “Como posso agora abençoar o mundo com aquilo que o Senhor semeou em mim?”

📖 Tanakh – Deuteronômio 30:19-20

“Escolhe, pois, a vida, para que vivas, tu e a tua descendência, amando ao Senhor teu D‑us, dando ouvidos à sua voz, e apegando-te a Ele.”

Na conclusão da Torá, Moisés convida o povo a uma escolha: viver de fato. E viver, aqui, não é sobreviver, é se apegar a D‑us, andar com Ele, deixar que Suas palavras moldem nossas decisões. A maturidade espiritual culmina na liberdade de escolher o bem, com amor e convicção.

📖 Novo Testamento – Filipenses 1:6

“Aquele que começou boa obra em vós há de completá-la até ao dia de Cristo.”

A jornada espiritual não termina no dia 49. Ela continua sendo completada, dia após dia, na força da graça. O que começou como semente se tornará árvore, fruto, sombra para outros. Confie: D‑us não desperdiça nenhum passo, nenhuma lágrima, nenhuma oração. Ele é fiel para concluir o que iniciou em você.

Reflexão para aplicar hoje:

💭 O que mais me transformou ao longo desses 49 dias?

💭 Que parte do meu caráter foi mais tocada por D‑us?

💭 Como posso tornar minha espiritualidade mais concreta, mais visível, mais serva?

💭 Que compromisso posso renovar hoje com D‑us e com os outros?

A plenitude da jornada não está em “chegar”, mas em saber caminhar com consciência. Hoje, celebre a luz que cresceu dentro de você. Reafirme o chamado de ser presença que transforma. A realeza da alma é silenciosa, mas poderosa. Ela edifica, cura e conduz.

Vamos juntos?

O Dia 49 da Contagem do Omer nos ensina que maturidade espiritual não é um troféu a ser exibido, mas uma missão a ser vivida. Você foi lapidado, dia após dia, para refletir a luz do Reino no mundo real. Que a sua vida seja uma resposta ao clamor dos que buscam sentido, que sua presença seja refúgio para os que se perdem no caminho, e que sua fé seja como um rio — profundo, constante, capaz de alcançar e renovar muitos.

🌾 Que venha Shavuot. Que venha o derramar.

O coração já está preparado. Amanhã, ao pôr do sol, publicarei um artigo especial sobre Shavuot – Pentecostes, celebrando o fechamento dessa jornada de 50 dias com revelação, propósito e esperança. Que a luz que nasceu nesses dias nunca se apague.

Com fé n’Ele,

Adivalter Sfalsin

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Presença Divina

Dia 48 – Manifestar a Presença Divina

📅 Semana 7 – Realeza, Liderança e Presença

Tema: Tornar o invisível visível

Há momentos em que a presença Divina se revela de forma sobrenatural mas, na maioria das vezes, ela se manifesta através de pessoas comuns, em gestos simples, em palavras ditas com amor, em atitudes carregadas de compaixão. Tornar o invisível visível é uma das maiores vocações do ser humano. Fomos criados à imagem de D‑us não para esconder essa luz, mas para refletir Sua glória no mundo. A espiritualidade verdadeira não se limita a experiências íntimas ou pensamentos elevados. Ela se materializa. Ela se mostra no modo como tratamos o próximo, no cuidado com os esquecidos, na paz que carregamos mesmo em meio ao caos. Manifestar a presença de D‑us é viver de tal forma que alguém, ao cruzar o nosso caminho, consiga vislumbrar um pouco da eternidade. Hoje, a Contagem do Omer nos convida a ser essa janela para o céu. A realeza espiritual não se mede por títulos, mas por influência silenciosa, por ações que apontam para algo maior. Quando nossas palavras curam, nossos gestos acolhem e nossa presença consola, o invisível se torna visível e o mundo se torna mais claro.

Foco prático do dia:

Escolha hoje um gesto intencional que revele a bondade Divina a alguém. Pode ser uma palavra de encorajamento, um tempo de escuta, uma ajuda prática ou um simples olhar cheio de compaixão.

📖 Tanakh – Números 6:24-26

“O Senhor te abençoe e te guarde; o Senhor faça resplandecer o seu rosto sobre ti e tenha misericórdia de ti; o Senhor sobre ti levante o seu rosto e te dê a paz.”

Essa bênção sacerdotal não é apenas um desejo bonito, é uma declaração de identidade. Quando D‑us faz resplandecer o Seu rosto sobre nós, é para que possamos refletir essa luz. Somos chamados a carregar paz, a viver de forma que outros se sintam tocados por algo que não é humano, mas divino.

📖 Novo Testamento – Mateus 5:16

“Brilhe a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai que está nos céus.”

Yeshua nos lembra que luz não é para ser escondida. O brilho da alma se revela nas boas obras, não para autopromoção, mas para que D‑us seja glorificado. Cada atitude de amor genuíno, cada perdão concedido, cada serviço prestado com humildade, tudo isso é uma forma de pregar sem palavras, de evangelizar sem microfone. É viver de forma que a presença de D‑us se torne tangível.

Reflexão para aplicar hoje:

💭 Minha vida tem revelado ou escondido a presença de D‑us?

💭 Tenho sido luz nos ambientes por onde passo, mesmo sem dizer nada?

💭 Que gesto concreto posso fazer hoje para que alguém experimente o amor de D‑us através de mim?

Ser presença de D‑us no mundo não é um peso, é um privilégio. É carregar dentro de si a centelha da eternidade e espalhá-la com ternura. Hoje, não se esconda. Ilumine. Abrace. Semeie fé. Que alguém, ao te encontrar, diga: “Senti paz.” Porque é isso que a luz faz, ela aquece, ela guia, ela consola.

Vamos juntos?

O Dia 48 da Contagem do Omer nos convida a ser mais do que religiosos, a ser sinais vivos do Reino. Que sua vida revele D‑us a alguém hoje. A jornada está quase no fim, mas a luz que ela acendeu em você é só o começo de algo muito maior.

Amanhã, ao pôr do sol, entraremos no último dia dessa caminhada. Prepare o coração. A plenitude está à porta.

Com fé n’Ele,

Adivalter Sfalsin

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Reinar Sobre Si Mesmo

Dia 47 – Reinar Sobre Si Mesmo

📅 Semana 7 – Realeza, Liderança e Presença

Tema: Autodomínio como expressão de maturidade

Nem todo rei usa coroa. E nem toda coroa brilha aos olhos do mundo. A realeza mais profunda é aquela que se manifesta no silêncio do autocontrole, na firmeza de espírito diante da provocação, na escolha consciente de não ser refém das próprias emoções. Reinar sobre si mesmo é uma das maiores expressões de autoridade espiritual. É quando a alma decide não ser arrastada pelos impulsos, mas guiada pelo discernimento. Na sociedade atual, que valoriza reações imediatas, respostas rápidas e emoções expostas sem filtro, dominar a si mesmo parece fraqueza. Mas, nas Escrituras, é justamente o contrário. A Palavra nos ensina que autodomínio é força, é maturidade, é fruto do Espírito. Não se trata de reprimir sentimentos, mas de ser senhor deles. De não permitir que a raiva dite suas palavras, que o orgulho conduza suas decisões ou que a ansiedade defina seus passos. Hoje, a Contagem do Omer nos convida a essa forma elevada de realeza: a realeza interior. Ser rei ou rainha de si mesmo é mais difícil do que governar reinos. Exige vigilância constante, humildade profunda e uma vida de comunhão com D‑us. É uma batalha silenciosa que poucos veem, mas cujo fruto é evidente: paz, sabedoria e firmeza diante da vida.

Foco prático do dia:

Reflita hoje antes de reagir. Quando algo te provocar, respire fundo e escolha responder com sabedoria. Você é maior do que o impulso. Reinar sobre si é um ato de dignidade espiritual.

📖 Tanakh – Provérbios 16:32

“Melhor é o que domina o seu espírito do que o que toma uma cidade.”

Esse provérbio revela um princípio poderoso: conquistar a si mesmo é mais grandioso do que qualquer conquista externa. O mundo valoriza grandes feitos, mas D‑us honra os que vencem no secreto. Quem domina suas emoções constrói uma fortaleza interior que nenhuma tempestade pode derrubar.

📖 Novo Testamento – Gálatas 5:22-23

“…domínio próprio. Contra estas coisas não há lei.”

O domínio próprio é apresentado por Shaul (Paulo) como um fruto do Espírito. Isso significa que ele não nasce da força do homem, mas da intimidade com D‑us. Não é uma rigidez artificial, mas uma liberdade real: a liberdade de escolher com sabedoria, de agir com amor e de viver com equilíbrio. Contra isso, não há resistência, porque é o próprio Espírito que opera.

Reflexão para aplicar hoje:

💭 Eu costumo reagir no impulso ou consigo pausar para responder com sabedoria?

💭 Tenho nutrido um espírito manso, mesmo diante das pressões da vida?

💭 Em que área da minha vida preciso aprender a me dominar mais?

Reinar sobre si mesmo não é um projeto de um dia, mas um caminho. Cada escolha consciente, cada palavra contida, cada atitude tomada com discernimento é uma coroa invisível colocada sobre sua alma. A maturidade espiritual começa quando decidimos que nossa vida será governada pelo Espírito, e não pelas circunstâncias.

Vamos juntos?

O Dia 47 da Contagem do Omer nos convida a trocar reações impulsivas por ações sábias. A verdadeira realeza é discreta, firme e mansa. Que hoje você possa calçar sua coroa invisível e caminhar como quem sabe a quem pertence.

Amanhã, ao pôr do sol, entraremos nos dois últimos dias desta jornada. Prepare seu coração. A colheita espiritual está próxima.

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A Força do Silêncio Real

Dia 46 – A Força do Silêncio Real

📅 Semana 7 – Realeza, Liderança e Presença

Tema: Soberania que não precisa provar nada

Há momentos em que o silêncio é a forma mais elevada de autoridade. Quem conhece sua identidade diante de D‑us não precisa reagir a toda acusação, nem explicar-se para quem não deseja compreender, tampouco se justificar diante de quem distorce intenções. A verdadeira realeza, interior e espiritual, não se move pela ansiedade de convencer, mas pela segurança de saber a quem pertence.

A realeza que vem do Alto não é precipitada. Não se apressa em responder tudo, nem se inquieta em se defender. Quem tem o coração firmado em D‑us pode aquietar-se mesmo em meio ao caos, pode calar diante das provocações e escolher o recolhimento sem perder a presença. É nesse silêncio carregado de fé que a alma aprende a discernir, a confiar e a esperar. É ali, no sossego da alma, que a autoridade divina se manifesta.

Hoje, a Contagem do Omer nos convida a redescobrir a força do silêncio. Não como omissão, mas como maturidade. Não como fuga, mas como domínio próprio. Existem batalhas que se vencem com palavras firmes, e há outras que só se vencem com o silêncio confiante. É preciso sabedoria para discernir qual é qual.

Às vezes, a alma mais forte é aquela que escolhe calar diante da ofensa, manter-se serena diante da injustiça e continuar firme sem precisar reagir. A realeza que D‑us honra é marcada por mansidão, firmeza e sabedoria. Ela não grita, mas transforma. Não impõe, mas influencia.

Silenciar pode ser, sim, um ato de realeza espiritual. Quando a alma está enraizada no propósito, o coração não se angustia por ser compreendido. D‑us é nosso defensor. Nossa paz não depende da opinião dos outros. Nossa nobreza está em não precisar vencer debates para permanecer de pé. Nossa identidade é encontrada Nele, afinal somos a image e semelhança do D-us vivo.

Foco prático do dia:

Hoje, escolha calar onde normalmente reagiria. Não por fraqueza, mas por domínio próprio. Não alimente debates infrutíferos. Em vez de justificar, confie. Em vez de provar algo, permaneça em paz. Deixe que D‑us fale por você no tempo certo.

📖 Tanakh – Salmos 46:10

“Aquietai-vos e sabei que eu sou D‑us.”

Este versículo é um chamado à rendição interior. “Aquietar-se” aqui não é apenas fazer silêncio exterior, mas também acalmar a alma agitada que busca controlar tudo, responder a tudo, provar tudo. Saber que Ele é D‑us é um convite à confiança absoluta. Quando descansamos no caráter de D‑us, não precisamos da última palavra. A justiça vem dEle. A defesa vem dEle. A voz dEle é suficiente.

📖 Novo Testamento – Lucas 23:9

“E ele nada lhe respondeu.”

Diante de Herodes, Yeshua escolheu o silêncio. Ele, que tinha todo poder e toda verdade, não se rendeu ao jogo do orgulho nem à necessidade de convencer os zombadores. Seu silêncio era mais eloquente do que qualquer defesa. Ali, o Cordeiro revelou a realeza do céu, aquela que não se impõe pela força, mas que vence com mansidão e firmeza.

Reflexão para aplicar hoje:

💭 Tenho me sentido obrigado a me justificar o tempo todo?

💭 Estou gastando energia com discussões que não edificam?

💭 Posso calar hoje em alguma área, confiando que D‑us me defenderá no tempo certo?

Realeza interior é saber que nem toda verdade precisa ser dita de imediato, e que nem todo ataque merece resposta. O silêncio cheio de fé pode ser mais poderoso do que qualquer discurso. A paz de quem confia é uma coroa que não se vê, mas que carrega autoridade diante do céu.

Vamos juntos?

O Dia 46 da Contagem do Omer nos lembra que às vezes a postura mais poderosa é a que não levanta a voz. Que sua firmeza hoje se revele no silêncio cheio de fé, e que D‑us seja sua defesa, sua honra e sua paz.

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Liderança com Justiça

Dia 45 – Liderança com Justiça

📅 Semana 7 – Realeza, Liderança e Presença

Tema: Usar a influência com retidão

Liderar é carregar. É ter consciência de que toda influência, pequena ou grande, carrega o peso da responsabilidade diante de D‑us e dos homens. Liderança verdadeira não se mede por títulos ou seguidores, mas pelo compromisso com a justiça, a retidão e o bem do outro. A Contagem do Omer de hoje nos chama a examinar como usamos o espaço que ocupamos. Todos nós, em algum grau, exercemos influência, seja em casa, no trabalho, na comunidade ou nas redes sociais. E cada influência é uma semente que brota no outro: pode florescer em vida ou adoecer em opressão. Liderar com justiça é ouvir o clamor dos que sofrem e se posicionar. É abrir mão da neutralidade confortável e usar a voz para defender o que é certo, mesmo que custe algo. É não negociar a verdade por conveniência. A realeza espiritual se revela quando alguém escolhe servir à justiça, mesmo em silêncio, mesmo em oposição.

Foco prático do dia:

Hoje, reflita sobre o espaço de influência que você ocupa. Como está usando sua voz, sua opinião, sua posição? Levante-se por algo justo, nem que seja com uma oração, uma palavra de encorajamento ou uma atitude firme. Justiça começa com pequenas escolhas corajosas.

📖 Tanakh – Isaías 1:17

“Buscai o juízo, repreendei o opressor, defendei o direito do órfão, pleiteai a causa das viúvas.”

Este versículo é um grito profético. Isaías convoca o povo a ir além dos rituais vazios e viver uma fé que se traduz em justiça prática. Buscar o juízo não é apenas saber o que é certo, é persegui-lo com intencionalidade. Repreender o opressor é mais do que indignar-se. É confrontar, intervir, não se omitir. Defender o órfão e a viúva, os mais vulneráveis, é um chamado à liderança compassiva. Essa é a base da justiça divina: proteger, restaurar, cuidar. Quem lidera com D‑us no coração não vira o rosto diante do sofrimento do outro.

📖 Novo Testamento – Tiago 3:1

“Meus irmãos, muitos de vós não sejam mestres, sabendo que receberemos um juízo mais severo.”

Tiago nos alerta com seriedade: quem ensina, lidera. E quem lidera, presta contas. Toda influência espiritual exige temor, porque molda mentes e corações. A liderança segundo o Reino não é palco, é altar. Não é vaidade, é serviço. O peso é real, mas também é santa a recompensa de quem conduz outros com humildade e verdade. Esse versículo nos convida a uma vigilância constante sobre como conduzimos os outros, especialmente quando falamos em nome de D‑us. Liderar com justiça é proteger os que seguem, não explorar sua confiança.

Reflexão para aplicar hoje:

💭 Tenho sido justo com aqueles que dependem de mim ou confiam em mim?

💭 Uso minha influência para edificar, ou para controlar?

💭 Em que situação preciso defender a justiça hoje, mesmo que em silêncio ou oração?

Justiça é parte da realeza espiritual. Não existe liderança íntegra sem senso de responsabilidade pelo outro. O trono de D‑us é firmado sobre justiça e verdade, e nós, como seus representantes na Terra, somos chamados a refletir isso em cada gesto, palavra e escolha.

Vamos juntos?

O Dia 45 da Contagem do Omer nos lembra que a autoridade não foi feita para nos engrandecer, mas para nos tornar servidores fiéis da justiça. Que hoje, sua influência seja um canal de luz.

Com fé n’Ele,

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Presença Plena

Dia 44 – Presença Plena

Dia 44 – Presença Plena

📅  Semana 7 – Realeza, Liderança e Presença

Tema: Estar inteiro no momento presente

Vivemos em uma era acelerada, onde a pressa dita o ritmo e a mente está sempre ocupada com mil preocupações. Pensamos no que ainda não fizemos, revivemos o que passou, e acabamos não habitando o presente com inteireza. Mas é no agora que D‑us age. É aqui, neste exato instante, que a vida nos é entregue como dom. É neste espaço entre uma respiração e outra que Ele fala conosco. Estar presente é mais do que marcar presença física. É uma escolha interior de se entregar por completo, com atenção, reverência e consciência. É parar de viver no automático e abrir os olhos para o que D‑us está fazendo neste exato momento, na oração, na conversa com um amigo, no cuidado com um familiar, no silêncio de um quarto. A Contagem do Omer nos convida hoje a cultivar essa espiritualidade da presença. A realeza interior começa com esse tipo de entrega. Uma alma ausente pode até fazer boas obras, mas só uma alma presente transforma o ambiente. Ser presença é tornar-se sinal visível do Reino.

Foco prático do dia:

Hoje, decida estar 100% presente em ao menos uma conversa, uma oração ou um momento de cuidado. Tire o peso das distrações e se entregue de verdade. Você vai perceber que a presença muda tudo ao redor e dentro de você.

📖 Tanakh – Êxodo 3:4

“Moisés! Moisés! E ele respondeu: Eis-me aqui.”

Essa cena é um marco na história de Israel. Moisés, no deserto, vê uma sarça em chamas que não se consome. Curioso, ele se aproxima. É nesse momento que D‑us o chama pelo nome. A resposta dele é “Eis-me aqui”, é curta, mas carrega uma profundidade imensa. É a fala de quem está atento, desperto, disponível. Não é apenas uma presença física, mas uma entrega total: “Estou ouvindo, estou aqui, estou pronto.”

É essa disponibilidade que abre espaço para o chamado. Moisés não sabia ainda o que viria mas seu coração estava presente o suficiente para ouvir e responder. Essa é a base de toda liderança espiritual: presença que escuta, responde e se dispõe.

📖 Novo Testamento – Romanos 12:1

“Rogo-vos, pois, irmãos… que apresenteis os vossos corpos como sacrifício vivo, santo e agradável a D‑us, que é o vosso culto racional.”

Nesta passagem, Paulo está falando sobre um culto que vai além de cânticos ou palavras. O verdadeiro culto é a vida entregue. E para entregar a vida, é preciso estar presente nela.

Apresentar o corpo como sacrifício vivo significa oferecer sua rotina, suas escolhas, sua presença nos lugares mais simples e concretos da existência. É dizer: “Estou aqui, D‑us, e tudo o que sou está disponível para o Teu propósito.”

A obediência começa com essa entrega consciente. Não um culto automático, mas racional, vivido com intenção e sensibilidade. Realeza espiritual nasce aí quando nossa vida deixa de ser fragmentada e passa a ser uma oferta viva diante dEle.

 Reflexão para aplicar hoje:

💭 Tenho oferecido a D‑us apenas partes da minha vida, ou estou me apresentando inteiro?

💭 Tenho escutado as pessoas ao meu redor com atenção, ou estou sempre correndo?

💭 Em que momento do meu dia posso treinar estar 100% presente com D‑us, comigo e com os outros?

Presença plena é um ato de coragem. É abrir mão da distração e escolher viver o agora como espaço sagrado. É reconhecer que D‑us não espera perfeição, mas entrega. E que Ele transforma qualquer lugar onde um coração se apresenta com sinceridade.

Parabéns por chegar até aqui!

Você completou 44 dias dessa jornada transformadora. Faltam apenas cinco dias para o encerramento da Contagem do Omer. É tempo de perseverar com ainda mais consciência. Deixe que cada dia te molde mais à imagem daquele que te chamou.

Vamos juntos até o fim. Com fé n’Ele,

Adivalter Sfalsin

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Liderar com Serviço

Dia 43 – Liderar com Serviço

📅 Semana 7 – Realeza, Liderança e Presença

Tema: Autoridade que se expressa servindo

Parabéns! Você chegou à última semana da Contagem do Omer. Foram seis semanas intensas, transformadoras e desafiadoras. Passamos juntos por bondade, disciplina, compaixão, persistência, humildade e conexão. Cada etapa construiu um andar da sua alma, e agora entramos no último nível: a manifestação plena daquilo que você se tornou. Esta semana nos convida a sair da introspecção e habitar o mundo com propósito. A verdadeira espiritualidade não se esconde, ela se revela nas atitudes. Agora é hora de refletir sobre como todo o crescimento interior se expressa na forma como vivemos, influenciamos, lideramos e servimos. Esta é a semana da realeza espiritual. Não falamos de realeza como vaidade ou dominação, mas como consciência de identidade em D‑us. É saber quem você é e, com essa consciência, caminhar com humildade, firmeza e propósito. Liderar com o coração, impactar com o exemplo, inspirar com sua presença. Essa é a coroa dos que amadureceram.

Durante esta semana, somos chamados a cultivar:

• A realeza interior que caminha com dignidade sem precisar de aplausos.

• A liderança que serve, como Yeshua, que lavou os pés de seus discípulos.

• A presença que transforma ambientes mesmo em silêncio.

• A influência que edifica com propósito e verdade.

• A coragem de se posicionar com humildade.

• A sabedoria que decide com discernimento e paz.

• A responsabilidade de brilhar a luz que D‑us nos confiou.

Foco prático do dia:

Hoje, tome uma atitude concreta de serviço. Lidere com humildade. Talvez ajudando alguém que depende de você. Talvez ouvindo com mais empatia. Talvez ensinando com paciência. A verdadeira realeza se curva para levantar os outros.

📖 Tanakh – 1 Reis 3:9

“Dá, pois, ao teu servo um coração compreensivo para julgar teu povo, para que prudentemente discirna entre o bem e o mal…”

Essa oração de Salomão mostra a base da liderança verdadeira: humildade e discernimento. Ele não pede riquezas nem fama, mas sabedoria para cuidar bem das pessoas. Líderes espirituais sabem que servir é mais poderoso que mandar. Um coração compreensivo vale mais que mil estratégias.

📖 Novo Testamento – Marcos 10:45

“Pois o Filho do Homem não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate por muitos.”

Yeshua é o maior modelo de autoridade com amor. Ele não se exaltou, mas se entregou. Ele não buscou tronos, mas corações. E nos convida a fazer o mesmo. Liderar como Ele liderou: de joelhos, com a toalha do serviço e o coração cheio de compaixão.

 Reflexão para aplicar hoje:

💭 Como tenho usado minha influência?

💭 Lidero com exemplo ou com imposição?

💭 Em que área posso servir melhor quem está ao meu redor?

Liderar com serviço é reconhecer que autoridade não é privilégio, mas responsabilidade. É inspirar mais do que ordenar. É ser ponte, não pedestal. Quando servimos com amor, nos tornamos reflexo da presença de D‑us.

O Dia 43 da Contagem do Omer marca o início da semana mais nobre da jornada: a semana da realeza espiritual. Que sua influência seja marcada pela humildade, sua presença por significado e sua liderança por amor. Amanhã, ao pôr do sol, seguimos com mais um passo. Faltam apenas seis dias. A plenitude está próxima. Permaneça firme, com fé n’Ele.

Com gratidão e esperança,

Adivalter Sfalsin

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A Força dos Vínculos Espirituais

 Dia 42 – A Força dos Vínculos Espirituais

📅 Semana 6 – Conexão, Relacionamentos e Aliança

Tema: Laços que apontam para D‑us

Nem todo vínculo é visível. E, com frequência, os mais poderosos não são. Vivemos cercados de conexões sociais, profissionais e familiares, mas quantas delas realmente têm raízes espirituais? Quantas nos conduzem para mais perto de D‑us, nos lembram de quem somos n’Ele, e nos sustentam nos dias em que a fé fraqueja?

Há algo especial nos vínculos que nascem na presença de D‑us. Amizades forjadas em oração, alianças seladas no servir, caminhadas espirituais trilhadas lado a lado. Essas relações não se explicam apenas com lógica ou afinidade. Elas são dons. Presentes do céu, que conectam propósitos, corações e destinos. São aquelas pessoas que nos exortam com amor, oram conosco em silêncio e nos ajudam a continuar mesmo quando estamos cansados.

Hoje, a Contagem do Omer nos convida a reconhecer e honrar essas conexões. Aquelas que talvez não estejam todos os dias ao nosso lado fisicamente, mas estão sempre presentes diante do trono de D‑us por nós. Relacionamentos que não dependem de status, de aplausos, de curtidas ou visibilidade. Apenas de fidelidade e propósito.

Foco prático do dia:

Agradeça hoje, com palavras ou atitudes, alguém que tem sido um elo espiritual na sua vida. Mande uma mensagem, faça uma oração por essa pessoa, ou até uma ligação para dizer “obrigado por caminhar comigo”.

📖 Tanakh – Eclesiastes 4:9-10

“Melhor é serem dois do que um, porque têm melhor paga do seu trabalho. Porque se caírem, um levantará o companheiro…”

Essa passagem nos lembra que a vida espiritual não deve ser uma jornada solitária. Precisamos de alguém que nos levante quando tropeçamos, que nos corrija com graça, que caminhe conosco sem julgamento. A força de uma conexão espiritual está justamente na capacidade de sustentar, interceder e restaurar.

📖 Novo Testamento – Hebreus 10:24-25

“Consideremo-nos também uns aos outros, para nos estimularmos ao amor e às boas obras, não deixando de congregar-nos…”

O autor de Hebreus nos alerta sobre o perigo do isolamento. A comunhão é parte essencial do crescimento espiritual. Estar junto, estimular-se mutuamente, caminhar em unidade — tudo isso são pilares da fé cristã e judaica. A vida com D‑us é pessoal, mas não é individualista. Crescemos mais quando caminhamos com outros que amam o Eterno.

Reflexão para aplicar hoje:

💭 Tenho nutrido vínculos que me aproximam de D‑us ou que me afastam dEle?

💭 Sou um elo de encorajamento na fé para alguém?

💭 Tenho valorizado amizades que nasceram no altar e não apenas nas circunstâncias?

Hoje é dia de celebrar essas alianças que não brilham para o mundo, mas iluminam o nosso caminho com fé, verdade e lealdade. Relacionamentos guiados pelo Espírito não se medem em quantidade, mas em profundidade. Um amigo espiritual é um presente que carrega o peso da eternidade.

Vamos juntos?

O Dia 42 da Contagem do Omer nos convida a cuidar dos laços que importam. Aqueles que nos fortalecem em silêncio, que nos levam de volta à presença de D‑us, que nos sustentam na intercessão e na verdade. Honre esses vínculos. E torne-se esse tipo de elo na vida de alguém. Estamos muito próximos da chegada. Agora restam apenas sete dias até o encerramento desta jornada. Se você chegou até aqui, saiba: D‑us tem feito algo precioso em você. Persevere. Prepare o coração. A plenitude está à porta.

Com fé n’Ele,

Adivalter Sfalsin

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Dia 39 – Aliança que Cura

Dia 39 – Aliança que Cura

📅 Semana 6 – Conexão, Relacionamentos e Aliança

Tema: Lealdade que restaura

Nem toda ferida é curada com o tempo. Algumas só cicatrizam com a presença fiel de alguém que escolhe ficar mesmo quando seria mais fácil ir embora. A cura profunda, aquela que alcança a alma, quase sempre vem por meio da aliança. É no compromisso silencioso, no “estou aqui com você”, mesmo sem palavras, que as rachaduras internas começam a se fechar.

Vivemos em uma época de vínculos frágeis, de relações líquidas e descartáveis, onde a promessa de “para sempre” é trocada por “até quando for bom para mim”. Mas o Eterno nos chama a uma contracultura: alianças que curam, vínculos que restauram, lealdade que não desiste. O verdadeiro amor não se manifesta apenas nas emoções, mas na decisão firme de estar presente. De não fugir quando o outro falha, de não recuar quando a relação exige sacrifício.

A aliança tem poder de cura porque comunica segurança. E segurança gera espaço para arrependimento, reconstrução e transformação. D‑us sempre nos tratou assim. Mesmo quando erramos, Ele não desiste de nós. Mesmo quando corremos, Ele permanece fiel. Essa fidelidade do céu é o modelo que Ele espera de nós aqui na terra.

E hoje, a Contagem do Omer nos convida a nos tornar esse reflexo da aliança divina na vida de alguém. Não se trata de ser forte o tempo todo, nem de acertar sempre, mas de decidir amar com constância, mesmo quando seria mais fácil desistir. Se há uma ferida no outro que só sua presença pode alcançar, talvez D‑us esteja te chamando hoje a ser o bálsamo vivo que cura através da lealdade.

✨ Foco prático do dia:

Hoje, reforce uma aliança em sua vida. Reafirme sua presença a alguém que esteja passando por uma fase difícil. Um gesto, uma palavra ou simplesmente estar ali, isso pode ser o remédio que aquela pessoa mais precisa.

📖 Tanakh – Isaías 54:10

“Ainda que os montes se retirem, e os outeiros sejam removidos, todavia a minha misericórdia não se apartará de ti, e a aliança da minha paz não será removida, diz o Senhor, que se compadece de ti.”

Essa promessa poderosa revela a natureza do amor de D‑us: imutável, inabalável, fiel. Ainda que tudo mude, Ele permanece. Essa é a base da nossa segurança espiritual e o modelo para nossos relacionamentos. Ser como D‑us é cultivar alianças que não são levadas pelos ventos das circunstâncias, mas que permanecem como abrigo nos dias de tempestade.

📖 Novo Testamento – Hebreus 13:5

“Nunca te deixarei, jamais te abandonarei.”

Aqui, a fidelidade de D‑us se torna pessoal. Ele não é apenas fiel em termos teológicos — Ele é fiel a você. Essa é uma declaração de presença constante. Se fomos criados à imagem de D‑us, então também somos chamados a carregar essa mesma fidelidade nas relações com os outros. Permanecer. Sustentar. Curar com nossa constância.

🌿 Reflexão para aplicar hoje:

💭 Há alguém em minha vida precisando apenas saber que não está sozinho?

💭 Tenho valorizado minhas alianças ou as tratado como conveniência?

💭 O que posso fazer hoje para que alguém se sinta amado e seguro, como D‑us faz comigo?

💭 Será que estou fugindo de algum compromisso por medo, quando na verdade fui chamado a permanecer?

Relacionamentos que curam não são feitos de promessas vazias, mas de atitudes consistentes. O amor leal tem poder de regenerar vidas, restaurar esperanças e apontar o caminho de volta quando tudo parece perdido. Hoje, seja esse sinal. Escolha a fidelidade. Escolha a cura.

Vamos juntos?

O Dia 39 da Contagem do Omer nos lembra que as alianças mais sagradas não são as feitas com palavras solenes, mas aquelas firmadas na prática diária do amor que permanece. Quando decidimos ficar, mesmo quando tudo convida à fuga, estamos encarnando o caráter de D‑us no mundo.

Amanhã, ao pôr do sol, seguimos com mais um passo dessa jornada de transformação. Estamos cada vez mais perto do Dia 50, e cada passo nos torna mais inteiros.

Com fé n’Ele,

Adivalter Sfalsin

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Intimidade com D‑us

Dia 38 – Intimidade com D‑us

📅 Semana 6 – Conexão, Relacionamentos e Aliança

Tema: Cultivar relacionamento com o Eterno

Há relacionamentos formais, distantes, superficiais e há conexões profundas que transformam a alma. Nem todo relacionamento é íntimo. E com D‑us, não é diferente. Há quem o conheça de ouvir falar, de ler sobre Ele, de escutar sermões ou participar de cultos com frequência. Mas ainda não teve com Ele um encontro pessoal, secreto e transformador.

Intimidade não nasce da distância. Ela não floresce na correria nem na repetição mecânica. Intimidade com D‑us se constrói com tempo, silêncio, vulnerabilidade, escuta e entrega. Ela brota na quietude de um coração que se coloca disponível, mesmo sem palavras. Cresce quando deixamos de tentar impressionar e passamos a simplesmente estar.

Hoje, a Contagem do Omer nos chama a dar um passo além da religiosidade. A proposta é ousada e íntima: cultivar um relacionamento real com o Criador do universo. D‑us não é uma ideia filosófica ou uma força impessoal. Ele é uma Pessoa que deseja ser conhecida. Ele fala, escuta, responde, espera. Ele tem segredos, desejos, sentimentos. Ele se entristece, se alegra, se move por amor.

Ele nos criou para comunhão, não para ritualismo. Para relacionamento, não para formalismo. Não basta fazer coisas para Ele, se não paramos para estar com Ele. Não basta falar dEle, se não sentamos a sós para escutá-lo. A intimidade exige que abramos espaço. Espaço no tempo. Espaço na alma. Espaço no coração.

💭 Intimidade começa onde termina a pressa.

💭 Ela não exige perfeição, apenas verdade.

💭 E quanto mais nos aproximamos dEle, mais conhecemos a nós mesmos.

✨ Foco prático do dia:

Separe hoje um momento exclusivamente seu com D‑us. Desligue o celular, feche a porta, abra o coração. Ore, escreva, leia os Salmos ou apenas fique em silêncio, e permita que Ele fale.

📖 Tanakh – Salmos 25:14

“O segredo do Senhor é para os que o temem, e ele lhes fará saber a sua aliança.”

Esse versículo é uma chave espiritual. O Eterno tem segredos reservados aos que o reverenciam com amor e humildade. Não se trata de medo, mas de uma admiração que gera aproximação. Quem teme a D‑us com sinceridade é convidado à intimidade. Ele revela Sua aliança aos que escolhem estar perto.

📖 Novo Testamento – Tiago 4:8

“Chegai-vos a D‑us, e ele se chegará a vós.”

Tiago nos ensina que a intimidade é uma escolha de ambos os lados. D‑us está pronto para se aproximar, mas espera que demos o primeiro passo. Quando nos voltamos a Ele com sinceridade, Ele responde com presença. Intimidade com D‑us não é para os apressados, mas para os que param tudo para estar com Ele.

🌿 Reflexão para aplicar hoje:

💭 Estou mais preocupado em fazer coisas para D‑us ou em estar com Ele?

💭 Quando foi a última vez que desliguei tudo só para estar a sós com o Criador?

💭 Tenho tratado minha relação com D‑us como prioridade ou como mais um item da agenda?

Hoje, pare tudo. Vá ao lugar secreto, o espaço onde só vocês dois se encontram. D‑us está te esperando, não para cobrar, mas para se revelar. Intimidade não se força, se permite. E quando você decide buscar, Ele decide se mostrar.

Vamos juntos?

O Dia 38 da Contagem do Omer nos desafia a não apenas crer em D‑us, mas conhecê-lo. E mais: desfrutar da amizade dEle. Intimidade não é luxo espiritual, é necessidade da alma. E nesse lugar secreto, tudo muda. Porque onde há presença, há transformação.

Amanhã, ao pôr do sol, seguimos com mais um passo dessa jornada de transformação.

Com fé n’Ele,

Adivalter Sfalsin

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Unidade na Diversidade

Dia 37 – Unidade na Diversidade

📅  Semana 6 – Conexão, Relacionamentos e Aliança

Tema: Conexão sem uniformidade

Vivemos em um mundo onde a diferença muitas vezes é vista como ameaça, e não como riqueza. Mas a aliança, na visão bíblica, não exige que todos sejam iguais, pensem igual ou ajam da mesma forma. Ela convida à comunhão sem imposição, à convivência sem necessidade de controle. A verdadeira conexão se dá quando escolhemos estar juntos apesar, e por causa, das nossas diferenças.

A Contagem do Omer hoje nos conduz a uma lição poderosa: a unidade não é uniformidade. D‑us não criou todos iguais, e isso não foi erro, foi arte. Cada pessoa carrega um tom, uma forma, um jeito único de refletir a luz do Criador. E quando essas cores se unem, o que se forma é uma imagem mais completa da beleza de D‑us.

💭 Ser diferente não é problema, é propósito.

💭 O desafio está em amar o outro sem precisar moldá-lo à sua imagem.

💭 O convite está em honrar a diversidade como parte essencial da aliança.

✨ Foco prático do dia:

Abrace hoje a diferença de alguém próximo a você. Faça um elogio sincero a uma qualidade que é diferente da sua.

📖 Tanakh – Salmos 133:1

“Oh! Quão bom e quão suave é que os irmãos vivam em união!”

Este salmo curto, porém profundo, nos mostra que há doçura e prazer onde há comunhão. Não se fala aqui de concordância total, mas de convivência harmoniosa. A união dos “irmãos” é agradável aos olhos de D‑us justamente porque acontece entre pessoas distintas que escolhem viver como família espiritual.

📖 Novo Testamento – 1 Coríntios 12:12

“O corpo é um e tem muitos membros, e todos os membros, sendo muitos, formam um só corpo.”

Rav Shaul (Paulo) usa a metáfora do corpo para expressar a importância da diversidade na comunidade de fé. Um corpo onde tudo fosse igual não funcionaria. A mão não é o olho, e ainda assim ambas são essenciais. Cada parte tem seu lugar, sua função, sua dignidade. Quando entendemos isso, paramos de competir e começamos a cooperar.

Reflexão para aplicar hoje:

💭 Tenho valorizado quem é diferente de mim ou me fecho em círculos de afinidade?

💭 Em que momento recente fui tentado a rejeitar alguém por pensar ou agir diferente?

💭 Como posso contribuir para um ambiente mais unido, mesmo em meio à diversidade?

A beleza da aliança está em se unir mesmo sem ser igual. A maturidade espiritual aparece quando conseguimos amar não apenas os que nos entendem, mas também os que nos desafiam a crescer. Hoje, pratique o olhar que acolhe. O gesto que conecta. A palavra que une.

Vamos juntos?

O Dia 37 da Contagem do Omer nos desafia a ver D‑us na diversidade e a refletir a unidade dEle por meio da comunhão. Não é sendo iguais que nos tornamos um, mas sendo um mesmo sendo diferentes. E isso é um testemunho poderoso.

Amanhã, ao pôr do sol, seguimos com mais um passo dessa jornada de transformação.

Com fé n’Ele,

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Dia 36 – A Base dos Relacionamentos

Dia 36 – A Base dos Relacionamentos

📅 Semana 6 – Conexão, Relacionamentos e Aliança

Tema: Compromisso e lealdade

Relacionamentos verdadeiros não são feitos apenas de afinidade, mas de alicerces profundos como lealdade, compromisso e presença constante. Numa cultura em que vínculos são muitas vezes descartáveis e relações viram conveniência, D‑us nos chama a algo mais alto, mais duradouro, mais sagrado. A aliança não é baseada em sentimentos passageiros, mas em decisões contínuas. Amar, estar junto, manter-se fiel nos altos e baixos, tudo isso reflete o caráter do próprio D‑us, que permanece fiel mesmo quando falhamos.

A Contagem do Omer hoje nos convida a olhar para os nossos relacionamentos mais próximos e perguntar: estou presente ou apenas disponível quando me convém? Tenho sido constante, ou apenas emocionalmente reativo? Ser base na vida de alguém é um ato de maturidade espiritual. Não se trata de ser perfeito, mas de estar ali. Firme. Leal. A presença fiel cura mais do que mil palavras ditas à distância.

✨ Foco prático do dia:

Demonstre lealdade e constância a alguém hoje. Pode ser uma ligação, uma ajuda, um gesto prático que diga: “Eu estou aqui, com você.”

📖 Tanakh – Provérbios 17:17

“Em todo tempo ama o amigo e para a angústia nasce o irmão.”

Esse provérbio nos lembra que o verdadeiro amor se prova na constância. É fácil estar presente nos dias bons. Difícil é permanecer quando o outro está fraco, cansado ou até difícil de amar. Mas é nessa hora que nasce o “irmão”, ou seja, aquele laço profundo que ultrapassa o nível superficial da amizade. Ser leal na angústia é um dom que edifica, salva e transforma.

📖 Novo Testamento – João 15:13

“Ninguém tem maior amor do que este: de dar alguém a sua vida pelos seus amigos.”

Yeshua leva o conceito de amizade à sua expressão mais sublime: entrega total. O amor que Ele nos chama a viver não é teórico, é sacrificial. Dar a vida não significa necessariamente morrer por alguém, mas se entregar um pouco a cada dia. Tempo, atenção, escuta, apoio. Esse tipo de amor molda o mundo à imagem de D‑us.

🌿 Reflexão para aplicar hoje:

💭 Tenho sido leal às pessoas que amo, mesmo quando elas falham ou se afastam?

💭 Existe alguém em minha vida que precisa sentir que pode contar comigo, de verdade?

💭 Meus relacionamentos são baseados em aliança ou apenas em troca de benefícios?

Ser base é mais do que estar presente. É estar disponível de coração. É não desistir fácil. É permanecer firme quando tudo está abalado. A lealdade é o cimento invisível que sustenta amizades, casamentos, famílias, ministérios. Hoje, seja essa base. Escolha construir. Escolha ficar.

Vamos juntos?

O Dia 36 da Contagem do Omer nos lembra que a conexão verdadeira começa quando decidimos ser um porto seguro para o outro. D‑us é leal a nós mesmo quando falhamos. Que possamos refletir essa fidelidade nos nossos vínculos.

✨ Parabéns por chegar até aqui!

Se você está lendo isso, significa que já percorreu cinco semanas completas, e agora inicia a sexta semana dessa jornada espiritual. Isso é extraordinário. Foram dias de reflexão, entrega, prática e perseverança. Não é fácil tirar tempo todos os dias para olhar para dentro, mas você fez isso. E está colhendo os frutos.

Você está mais próximo de se tornar a pessoa que D‑us te chamou para ser. Continue. Cada passo conta. Cada pequeno avanço transforma. Amanhã, ao pôr do sol, seguimos com mais um passo nessa jornada de transformação. Prepare seu coração. Os próximos dias trarão reflexões profundas sobre como amar com aliança.

Com fé n’Ele,

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Os Relógios de D‑us

Os Relógios de D‑us

Entendendo o Tempo na Perspectiva Bíblica

Vamos começar com uma verdade desconfortável: você e D‑us não têm o mesmo relógio. De fato, se você acha que D‑us está atrasado, a culpa é sua por ter ajustado o despertador no fuso errado. Porque, na perspectiva bíblica, o tempo não é apenas cronologia. O tempo é uma linguagem. Se você já se perguntou por que as promessas divinas parecem atrasar, ou por que certas coisas acontecem no “tempo errado”, talvez seja porque você está usando “chronos” para entender o “kairos”, ou tentando medir o “olam” com se fosse um aplicativo de agenda. Neste artigo, vamos explorar os conceitos bíblicos de tempo no hebraico e no grego, não como curiosidades linguísticas, mas como chaves espirituais. Porque entender o tempo como D‑us entende é essencial para viver com sabedoria, esperança e propósito.

No Hebraico: Tempo como Aliança, Ritmo e Sagrado

1. עֵת (“‘êt”) — Tempo designado – A palavra mais comum para tempo no hebraico é “‘êt”. E ela não fala de segundos ou minutos. Ela fala de momentos significativos. De janelas. De ciclos. É o tipo de tempo que faz Salomão dizer: “Para tudo há uma estação, e um tempo para cada propósito debaixo do céu” (Eclesiastes 3:1). Esse não é o tempo do cronômetro, é o tempo do discernimento. Saber quando falar e quando calar, quando plantar e quando colher, quando esperar e quando agir. Quem vive segundo o “‘êt” é um dançarino espiritual: aprende a ouvir a música do Alto e seguir o ritmo.

2. מוֹעֵד (“mo’êd”) — Tempo sagrado – Esta palavra é usada para as festas de D‑us: Pêsach, Shavuot, Sukkot… tempos marcados no calendário divino para encontros com o Eterno. Em Levítico 23, D‑us chama essas festas de “mo’­edim” — tempos determinados por Ele, não por conveniência cultural. O “mo’êd” nos ensina que o tempo não é neutro. Ele pode ser consagrado. Ele pode ser profético. Ele pode ser um palco onde o Criador marca encontro com a criação. Perder um “mo’êd” é como faltar a uma reunião que você nem sabia que estava na agenda.

3. יוֹם (“yom”) — Dia, época – Literalmente “dia”, mas com significados muito mais elásticos. Pode significar uma jornada, uma fase, ou um tempo de manifestação. Por exemplo, “o Dia do Senhor” (יוֹם יָהוֹה) não é 24 horas. É um período de intervenção decisiva de D‑us na história. Entender o “yom” é lembrar que nem todo dia é igual. E que o “hoje” pode ser o dia aceitável da salvação (Isaías 49:8).

4. עוֹלָם (“olam”) — Eternidade – A palavra “olam” é fascinante porque significa algo oculto, inalcançável, como um horizonte. Pode ser o passado remoto, o futuro sem fim, ou o eterno presente de D‑us. Quando se diz que D‑us é “de eternidade a eternidade” (Salmo 90:2), a palavra é “olam”. Ou seja: D‑us não é limitado por nossas contagens. Ele age de fora do tempo, mas se revela dentro dele.

No Grego: Tempo como Crise, Oportunidade e Transição

1. χρόνος (“chronos”) — Tempo sequencial – O bom e velho tempo do relógio. Dias, horas, calendário. O “chronos” é o tempo em que você envelhece, espera no trânsito, paga boletos. É o tempo em que você se pergunta: por que ainda não aconteceu? Mas é também o tempo onde você constrói disciplina, fidelidade, constância. Porque enquanto você acha que nada está acontecendo, D‑us está cultivando profundidade. Às vezes, o silêncio de D‑us não é ausência, é obra oculta. Enquanto você espera por respostas visíveis, Ele está fortalecendo suas raízes, fé, caráter, maturidade para que, quando o tempo certo chegar, você não apenas floresça, mas permaneça firme. O invisível de hoje sustenta o visível de amanhã. Lembre-se de José do Egito. Ele passou cerca de 13 anos entre ser vendido como escravo e depois preso injustamente sem promessa cumprida, sem saída visível. Mas ali, D‑us estava moldando um governador, forjando humildade, discernimento e preparo. Quando o kairos chegou, José estava pronto. Sem profundidade, ele teria afundado no primeiro teste. Mas ele sustentou o Egito inteiro, incluindo sua família durante tempos difíceis.

2. καιρός (“kairos”) — Tempo oportuno – Aqui está o queridinho dos pregadores. “Kairos” é aquele momento em que o céu invade a terra. É o tempo de agir, de se posicionar, de crer. Em Marcos 1:15, Yeshua diz: “O tempo \[“kairos”] está cumprido, e o Reino de D‑us está próximo.” O “kairos” não é previsível, mas é perceptível. Requer sensibilidade espiritual. Quem perde o “kairos” pode acabar como os cinco néscias que ficaram sem azeite (Mateus 25).

3. αιών (“aiōn”) — Era, mundo, eternidade – Usado para contrastar esta era com a vindoura. O presente “aiōn” está marcado pelo pecado e pela corrupção. Mas há um novo “aiōn” vindo, onde a justiça habita. Quando Paulo diz que não devemos nos conformar com este mundo (Romanos 12:2), a palavra é “aiōn”. Não se conforme com o sistema desta era. Viva como cidadão da próxima.

4. ἥμερα (“hēmera”) — Dia – Assim como o “yom” hebraico, “hēmera” pode ser literal ou simbólico. “O Dia do Senhor” no Novo Testamento não é apenas um marco cronológico, mas um evento escatológico. Um ajuste de contas. Uma revelação.

O que isso muda na minha vida? Tudo. Literalmente tudo. Se você não entende o tempo como D‑us entende, você vai orar com ansiedade, esperar com frustração, e agir com pressa. Mas quando você aprende a diferenciar “chronos” de “kairos”, a honrar os “mo’adim”, a perceber os dias, e a viver com os olhos na eternidade, sua espiritualidade muda de dimensão. Você para de perguntar “por quê ainda não aconteceu?” e começa a perguntar “o que D‑us quer me ensinar neste tempo?” Você para de se comparar com o relógio dos outros e começa a confiar que seu “kairos” virá. Você entende que o “atraso” de D‑us é, na verdade, um ajuste perfeito entre o “chronos” humano e o “kairos” divino. E quando esse ajuste acontece, tudo muda.

E se você se sente fora do tempo… Talvez você esteja. Mas fora do “seu” tempo. Porque no tempo de D‑us, nada é perdido. E se você ainda respira, ainda há “kairos” pela frente. A pergunta é: você vai continuar forçando o “chronos” ou vai aprender a dançar no ritmo do “kairos”? Talvez seja hora de jogar o relógio fora. Ou pelo menos, ajustá-lo com o céu.

Adivalter Sfalsin

Obediência com Alegria

Dia 35 – Obediência com Alegria

📅 Semana 5 – Humildade, Gratidão e Reconhecimento

Tema: Submeter-se com disposição

A verdadeira obediência não brota do medo nem da obrigação fria, mas sim do solo fértil de um coração rendido, que ama, confia e reconhece a sabedoria de D‑us. Quando obedecemos por amor, algo se desloca dentro de nós, nossa vontade se alinha à vontade dEle, como duas melodias que se tornam uma só canção. De repente, o que parecia pesado se torna leve. O que antes era um dever vira privilégio. E o “sim” que relutávamos em dar se transforma em uma expressão de liberdade interior. A alma encontra descanso quando se rende Àquele que sabe o caminho melhor que nós. Obedecer com alegria é um dom que nasce da intimidade. É a marca dos que conheceram o caráter de D‑us o suficiente para confiar nEle até quando não compreendem o “porquê”. É dizer: “Pai, eu não entendo tudo, mas sei quem Tu és e isso basta para eu seguir com paz.” Hoje, a Contagem do Omer nos chama a fazer uma pausa corajosa. A perguntar com sinceridade: em que áreas da minha vida estou obedecendo apenas com o corpo, mas não com o coração? Será que o meu “sim” tem sido cheio de peso, ou leve como um sopro de gratidão? O amor maduro não espera emoções para obedecer. Ele age movido por convicção, não por conveniência. Ele não negocia com a procrastinação espiritual. Ele escuta a voz do Pai e responde prontamente, porque sabe que obedecer é mais do que cumprir uma ordem, é acolher um convite divino à transformação.

✨ Foco prático do dia:

Dizer “sim” a algo que D‑us tem te pedido e você tem evitado. Talvez seja perdoar. Talvez seja mudar de atitude. Talvez seja silenciar onde você sempre quis ter razão. O que quer que seja, diga “sim” e observe o céu se abrir sobre você.

📖 Tanakh – Salmos 40:8

“Deleito-me em fazer a tua vontade, ó meu D‑us, sim, a tua lei está dentro do meu coração.”

Aqui, Davi revela o segredo da leveza espiritual: não é a ausência de mandamentos que traz alegria, mas a presença deles no coração. Quando a Lei de D‑us deixa de ser um fardo externo e se torna uma bússola interna, obedecer não é mais um peso, é um prazer. É como andar por um caminho de luz: mesmo que haja pedras no caminho, há certeza de vitória. Mesmo que doa, há propósito.

📖 Novo Testamento – João 14:15

“Se me amais, guardareis os meus mandamentos.” 

Yeshua não apresenta a obediência como uma prova de submissão cega, mas como a consequência natural de quem ama. Ele nos mostra que o verdadeiro amor gera confiança, e a confiança gera entrega. Obedecer a Ele não é um contrato, é um relacionamento. Quando obedeço Seus mandamentos, trago o céu a terra.

🌿 Reflexão para aplicar hoje:

💭 Tenho obedecido apenas por medo, ou por amor sincero?

💭 Estou evitando algo que D‑us me chamou a fazer por orgulho, medo ou preguiça espiritual?

💭 Minha obediência tem refletido gratidão ou resistência?

Obedecer com alegria não é fingir que tudo é fácil, mas é confiar mesmo quando ainda há dúvidas. É permitir que o Espírito vença a carne. É calar as vozes internas da resistência e ouvir apenas a voz do Pai dizendo: “Este é o caminho, ande por ele.” Hoje, tome uma decisão prática. Não só pense. Aja. Dê um passo. Nem que seja pequeno mas que seja cheio de fé. Porque a obediência alegre abre portas que a força humana jamais conseguiria arrombar.

Vamos juntos?

O Dia 35 da Contagem do Omer nos lembra que a obediência silenciosa é uma forma de adoração que grita nos céus. Que o “sim” dito com sinceridade tem mais peso diante de D‑us do que mil palavras bonitas. E que, no fim das contas, não há alegria maior do que saber que estamos no centro da vontade dEle mesmo quando ninguém vê, mesmo quando parece difícil. Porque é nesse lugar que a alma floresce.

Amanhã, ao pôr do sol, daremos um passo importante: iniciaremos a Semana 6 dessa jornada espiritual. Falaremos sobre vínculos profundos, alianças que marcam a alma e transformam nossa forma de amar.

Com fé n’Ele,

Adivalter Sfalsin

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Dia 34 – Silêncio que Escuta

Dia 34 – Silêncio que Escuta

📅 Semana 5 – Humildade, Gratidão e Reconhecimento

Tema: Aprender a ouvir mais do que falar

Vivemos em tempos barulhentos. O ruído não é apenas externo — feito de sons, notificações, debates e opiniões mas também interno, uma agitação constante de pensamentos, ansiedades e impulsos. A todo momento, somos incentivados a dizer algo, reagir rapidamente, ter uma opinião formada, nos posicionar. O silêncio, nesse contexto, parece desconfortável. Até mesmo suspeito. Mas é justamente aí que a sabedoria bíblica nos desafia. O verdadeiro crescimento espiritual não começa com discursos inspirados, mas com ouvidos atentos. Não começa na fala, mas na escuta. E mais do que simplesmente calar a boca, o convite é acalmar a alma. O silêncio, quando bem praticado, não é ausência de som é presença consciente. É o lugar onde o coração amadurece, onde o ego se aquieta e onde D‑us encontra espaço para sussurrar o que, no barulho, seria impossível ouvir.

Hoje, a Contagem do Omer nos convida ao silêncio que escuta — um silêncio vivo, ativo, sagrado. Escutar a D‑us. Escutar o outro. Escutar a nós mesmos. Porque muitas vezes não é a falta de resposta que nos angustia, mas o excesso de ruído que nos impede de reconhecer as respostas que já chegaram. Perdemos orientações preciosas simplesmente porque não estávamos dispostos a parar e escutar.

✨ Foco prático do dia:

Reserve um tempo de silêncio e escuta intencional. Desligue os ruídos externos. Acalme os internos. Não se trata de “meditação vazia”, mas de escuta sagrada. Deixe que o silêncio seja oração sem palavras.

📖 Tanakh – Eclesiastes 5:2

“Não te precipites com a tua boca, nem o teu coração se apresse a pronunciar palavra alguma diante de D‑us, porque D‑us está nos céus, e tu na terra; portanto, sejam poucas as tuas palavras.”

Esse versículo nos realinha com a realidade: D‑us está nos céus — acima, além, soberano e nós estamos na terra, limitados e muitas vezes confusos. Falar menos diante d’Ele não é sinal de fraqueza, mas de reverência. É humildade na prática. É reconhecer que o mais sábio, às vezes, é calar-se e apenas estar diante do Eterno. O silêncio torna-se, assim, uma forma profunda de adoração.

📖 Novo Testamento – Tiago 1:19

“Todo homem seja pronto para ouvir, tardio para falar e tardio para se irar.”

Tiago nos entrega aqui um princípio poderoso, que vale tanto para a vida espiritual quanto para os relacionamentos. Ouvir com atenção evita julgamentos precipitados, constrói pontes de empatia e desfaz conflitos antes mesmo que eles comecem. Quando ouvimos verdadeiramente, demonstramos amor. Quando ouvimos com humildade, mostramos maturidade. Falar menos não significa ser passivo, significa ser sábio.

🌿 Reflexão para aplicar hoje. Tire um momento de quietude e pergunte-se com sinceridade:

💭 Tenho escutado com atenção ou apenas esperado minha vez de falar?

💭 Tenho dado espaço real para que D‑us fale comigo, ou tenho preenchido meus dias com ruído e pressa?

💭 Tenho silenciado o bastante para reconhecer as respostas que já recebi?

💭 Com quem preciso praticar mais escuta do que argumento?

Talvez você perceba que o que falta não são novas mensagens, mas a disposição para ouvir o que já foi dito. O céu continua falando. D‑us continua revelando. Mas Ele não compete com o barulho. Ele se revela no sussurro, como fez com Elias e só os corações silenciosos conseguem escutar.

Vamos juntos?

O Dia 34 da Contagem do Omer nos chama a honrar o silêncio. Em um mundo saturado de palavras, escolher ouvir é um ato revolucionário. Escutar profundamente é uma forma de resistência à superficialidade e um caminho para uma espiritualidade mais autêntica.

Hoje, seja alguém que escuta mais:

📍 Escute as pessoas, antes de responder.

📍 Escute a criação, que fala sem palavras.

📍 Escute sua própria alma, que às vezes só precisa de um pouco de espaço.

📍 E, acima de tudo, escute Aquele que fala com mansidão.

Amanhã, ao pôr do sol, seguimos com mais um passo dessa jornada de transformação.

Com fé n’Ele,

Adivalter Sfalsin

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Celebrar a Graça

Dia 33 – Celebrar a Graça

📅 Semana 5, Humildade, Gratidão e Reconhecimento

Tema: Reconhecer que tudo é dom

Hoje, a Contagem do Omer nos conduz a um momento precioso de consciência e celebração: tudo que temos é graça. Não mérito, não conquista solitária, não pura competência. Mas dom, presente, favor, resposta do céu a corações que, muitas vezes, nem sabiam ao certo o que pedir. Vivemos em uma sociedade que exalta a ideia de meritocracia, o discurso do “eu fiz por merecer”, “eu conquistei com esforço”, “eu sou fruto das minhas escolhas”. E embora o esforço e a responsabilidade pessoal tenham seu valor, a Bíblia nos convida a enxergar por trás de tudo uma realidade mais profunda, a bondade de D‑us como origem de tudo que temos. A verdadeira humildade nasce dessa percepção. Quando reconhecemos que a inteligência que usamos, as oportunidades que surgem, a saúde que temos, os recursos com que lidamos, os talentos que exercemos, tudo isso nos foi confiado por D‑us, então deixamos de agir como donos e passamos a viver como mordomos fiéis. Esse reconhecimento transforma a forma como nos relacionamos com a vida. Tudo muda quando o que temos é visto como dom, o orgulho dá lugar à reverência, a comparação se transforma em gratidão, e o sentimento de escassez cede espaço à generosidade.

✨ Foco prático do dia: Celebrar com gratidão algo que você reconhece como pura graça. Pode ser um dom, uma pessoa, uma oportunidade, uma cura, uma porta aberta, algo que, olhando com honestidade, você sabe que não poderia ter criado por conta própria

📖 Tanakh, Salmos 116:12

“Que darei ao Senhor por todos os seus benefícios para comigo?” Essa pergunta ecoa de um coração consciente. O salmista entende que a graça de D‑us é incontável e que, por isso, a única resposta adequada é adoração e entrega. Não se trata de pagar uma dívida, mas de viver uma vida em resposta ao amor recebido.

📖 Novo Testamento, 1 Coríntios 4:7

“…e que tens tu que não tenhas recebido?” Paulo confronta aqui o orgulho espiritual e a ilusão de autossuficiência. Essa pergunta é um convite ao realinhamento do coração: se tudo que temos recebemos, por que agir como se fosse por direito? A resposta natural à dádiva é a gratidão ativa, a adoração sincera e o serviço humilde.

🌿 Reflexão para aplicar hoje

Tire um momento de silêncio e se pergunte:

💭 Que bênçãos na minha vida eu tenho tratado como “conquistas pessoais”?

💭 Quando foi a última vez que celebrei algo simples, como a saúde, a amizade, o alimento, como pura graça de D‑us?

💭 Tenho me tornado mais grato pelo que tenho ou mais exigente com aquilo que ainda não recebi?

Permita que a consciência do dom transforme sua atitude hoje. A gratidão que reconhece o presente como dom é a chave que abre espaço para mais graça. E ela não apenas muda a forma como vemos a vida, mas também como vivemos e compartilhamos o que recebemos. Tudo é dom, e quem reconhece isso vive mais leve, mais pleno e mais perto do céu. Você não precisa de mais coisas para agradecer. Precisa apenas ver com olhos de humildade o quanto já recebeu. Celebrar a graça é abrir os olhos para o que D‑us já fez, já deu, já curou, já sustentou. E isso muda tudo. Porque a gratidão é o solo fértil onde novas bênçãos florescem.

Vamos juntos?

Dia 33 da Contagem do Omer nos ensina a olhar para o céu e dizer: obrigado. Com palavras, com ações, com memória viva. A glória não é nossa. A força não é nossa. Tudo é dom. Hoje, celebre — e faça da sua vida um altar de gratidão.

Amanhã, ao pôr do sol, seguimos com mais um passo dessa jornada de transformação.

Com fé n’Ele,

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Rendimento em vez de Controle

Dia 32 – Rendimento em vez de Controle

📅 Semana 5, Humildade, Gratidão e Reconhecimento

Tema: Confiar mesmo sem entender

A necessidade de controle é um dos instintos mais profundos da alma humana. Desde pequenos, somos ensinados a buscar segurança por meio do planejamento, da lógica e da previsibilidade. Queremos respostas antes de nos movermos. Queremos provas antes de confiar. No entanto, a vida com D‑us frequentemente caminha em outra direção. Ele não nos chama para controlar, mas para confiar. Não nos entrega um mapa completo, mas convida a cada passo de fé. Render-se à vontade de D‑us não é resignação passiva, mas um ato ativo de humildade. É escolher deixar de lado a própria agenda e dizer com sinceridade: “D‑us, eu não entendo tudo, mas confio em Ti.” Esse tipo de confiança não surge da ignorância, mas da reverência. É reconhecer que Ele é o Criador e Sustentador de todas as coisas, enquanto nós somos apenas parte da história que Ele escreve com sabedoria infinita. Muitas vezes, tentamos manter o controle como uma forma de evitar a dor, o fracasso ou a incerteza. Mas isso acaba se tornando um fardo: carregamos ansiedades que não fomos chamados a suportar. Quando nos rendemos ao controle de D‑us, encontramos descanso, não porque todas as respostas chegaram, mas porque confiamos em Quem nos guia.

A Contagem do Omer de hoje nos convida a soltar. A liberar o que estamos tentando manipular ou prever com as próprias forças. A entregar relacionamentos, decisões, medos e desejos àquele que vê além do tempo e conhece os segredos do coração. Isso é humildade prática: reconhecer que não sabemos tudo, mas que seguimos Aquele que sabe.

✨ Foco prático do dia:

Escolha conscientemente soltar o controle sobre algo que você vem tentando dominar com suas próprias forças, pode ser uma situação, uma expectativa, ou até mesmo uma pessoa. Diga em oração: “D‑us, eu Te entrego isso.”

📖 Tanakh – Provérbios 3:5-6

“Confia no Senhor de todo o teu coração e não te estribes no teu próprio entendimento. Reconhece-o em todos os teus caminhos, e Ele endireitará as tuas veredas.”

Esse texto é um convite claro à confiança radical. Não apenas acreditar em D‑us, mas confiar de todo o coração, inclusive nas áreas que mais desejamos controlar. Quando deixamos de nos apoiar em nossa própria razão e O reconhecemos nos nossos caminhos — mesmo nos mais obscuros — Ele age com direção e propósito. O que era confuso se torna claro, e o que era torto começa a se alinhar com Sua vontade.

📖 Novo Testamento – Mateus 6:10

“Venha o Teu Reino, seja feita a Tua vontade, assim na terra como no céu.”

Estas palavras fazem parte de uma oração que define a verdadeira espiritualidade: não buscar que D‑us se alinhe à nossa vontade, mas desejar que nossa vida se alinhe à dEle. Quando dizemos “seja feita a Tua vontade”, estamos abrindo mão do trono do próprio coração. É uma declaração de confiança, um ato de fé viva. Jesus nos ensinou que verdadeira liberdade vem quando deixamos de lutar contra D‑us e nos rendemos ao Seu plano, que é sempre maior, mais sábio e mais amoroso do que o nosso.

🌿 Reflexão para aplicar hoje, pergunte-se:

💭 O que estou tentando controlar que deveria entregar nas mãos de D‑us?

💭 Minha ansiedade é fruto de falta de confiança?

💭 Estou disposto a seguir mesmo sem entender todos os porquês?

Rendimento espiritual é como soltar os remos e confiar que o rio sabe onde deságua. É permitir que D‑us seja D‑us. E quando isso acontece, o coração se aquieta, a fé amadurece e a jornada se torna mais leve.

Vamos juntos?

Dia 32 da Contagem do Omer nos ensina que a verdadeira liberdade está em entregar, e não em segurar. Hoje, solte. Confie. Renda-se. O controle que você acha que tem, muitas vezes é o peso que te impede de avançar. D‑us não perdeu o controle, mesmo quando tudo parece fora de ordem.

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Honrar Quem Nos Abençoou

Dia 31 – Honrar Quem Nos Abençoou

📅 Semana 5, Humildade, Gratidão e Reconhecimento

Tema: Ser grato por quem nos guiou

Vivemos numa era marcada pelo esquecimento rápido. Em meio à pressa, ao individualismo e à constante busca por novidade, é comum deixarmos no passado aqueles que, em momentos-chave da nossa vida, foram instrumentos da graça de D‑us. Pessoas que nos instruíram, amaram, advertiram com carinho, ou simplesmente estiveram presentes quando mais precisávamos. Mas a verdadeira maturidade espiritual nos chama a parar, lembrar e reconhecer com humildade: não fomos feitos sozinhos.

A Contagem do Omer hoje nos convida a um exercício de memória e gratidão. Olhar para trás e identificar quem semeou em nós aquilo que hoje floresce. Quem nos ensinou a orar? Quem nos deu um livro, uma palavra, um conselho decisivo? Quem nos escutou sem julgamento? Quem nos encorajou quando duvidávamos de nós mesmos? Quem nos corrigiu com amor, ajudando a evitar quedas? Alguns desses nomes talvez estejam distantes. Outros, talvez já tenham partido. Mas a gratidão continua válida. Ainda podemos honrá-los em pensamento, em oração, ou em ações que perpetuam o que recebemos deles.

✨ Foco prático do dia:

Agradeça hoje, de forma concreta, a alguém que foi instrumento de bênção em sua vida. Pode ser uma mensagem, uma ligação, uma carta, uma oração. Não importa o meio, importa a intenção do coração.

📖 Tanakh – Provérbios 3:27

“Não deixes de fazer o bem a quem o merece, estando em tuas mãos a capacidade de fazê-lo.”

Este versículo nos lembra que a gratidão não pode ser apenas intenção, ela precisa ser ação. Se está em nossas mãos expressar honra, carinho, reconhecimento, então não devemos adiar. Há pessoas que, ao serem lembradas, encontrarão ânimo renovado. Às vezes, um simples “obrigado” pode curar anos de esquecimento.

📖 Novo Testamento – Hebreus 13:7

“Lembrai-vos dos vossos guias, os quais vos pregaram a palavra de D‑us, e, atentando para o êxito da sua carreira, imitai a fé que tiveram.”

A fé também se aprende pelo exemplo. A lembrança dos nossos guias espirituais não é apenas um gesto de saudade, mas um ato de honra que nos inspira a continuar bem. Quando reconhecemos aqueles que nos influenciaram, reafirmamos que não somos autossuficientes. Somos parte de um corpo, de uma história, de uma linhagem de fé.

🌿 Reflexão para aplicar hoje:

💭 Quem foram as pessoas que D‑us usou para me moldar até aqui?

💭 Tenho demonstrado gratidão por elas, ainda que com gestos simples?

💭 Como posso perpetuar a herança de fé e amor que recebi?

Gratidão é humildade em prática. É dizer: “Eu não cheguei aqui sozinho”. É reconhecer que fomos alcançados por gestos, palavras e orações que nos sustentaram. Que neste dia da Contagem do Omer, possamos celebrar aqueles que foram canal da bondade de D‑us em nossas vidas e, quem sabe, também nos tornarmos esse canal para alguém.

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Gratidão como Escolha

Dia 30 – Gratidão como Escolha

📅 Semana 5, Humildade, Gratidão e Reconhecimento

Tema: Reconhecer a bondade mesmo em tempos difíceis

Gratidão é fácil quando tudo está bem. Quando a saúde está firme, os relacionamentos fluem e as orações recebem respostas visíveis. Mas e quando não está? Quando as promessas parecem distantes, as orações parecem ecoar no silêncio, e a alma se vê cansada da espera? A verdade é que a gratidão mais poderosa não nasce da fartura, mas da fé. Ela não depende daquilo que se vê, mas do que se crê. A gratidão que mais transforma é a que resiste aos ventos contrários, que floresce em terreno seco, que se ergue mesmo quando o coração está em pedaços.

Hoje, o chamado é para esse tipo de gratidão: uma gratidão madura, corajosa, firme. Uma gratidão que não precisa de garantias para reconhecer a bondade de D‑us. Uma gratidão que decide confiar antes de entender. Que escolhe lembrar que o cuidado do Eterno não começou hoje. Ele já nos carregou tantas vezes, já abriu tantos caminhos, já deu tanto quando não merecíamos. Gratidão não é um sentimento passageiro, mas uma postura de quem já entendeu quem D‑us é. É uma lente espiritual que muda a forma como enxergamos tudo ao nosso redor. Ela não nega a dor, mas escolhe não ser dominada por ela. É o segredo dos que permanecem firmes.

✨ Foco prático do dia:

Agradeça por algo que você normalmente reclamaria. Um atraso, uma limitação, uma mudança inesperada… Agradeça, e observe o que muda em você.

📖 Tanakh – Salmos 103,2

“Bendize, ó minha alma, ao Senhor, e não te esqueças de nenhum dos seus benefícios.”

Davi nos lembra que a alma precisa ser conduzida à memória. Porque o coração humano esquece fácil: esquece os livramentos, as portas abertas, os milagres disfarçados de rotina. A ingratidão nasce do esquecimento. Por isso, agradecer é também um exercício de lembrança — de manter vivas, no centro do coração, todas as marcas da fidelidade de D‑us.

📖 Novo Testamento – 1 Tessalonicenses 5,18

“Em tudo dai graças, porque esta é a vontade de D‑us em Cristo Jesus para convosco.”

Paulo não diz para agradecer por tudo, mas em tudo. O que é bem diferente. Não somos gratos pela dor, mas podemos ser gratos no meio dela. Porque mesmo em tempos difíceis, ainda há vestígios da bondade divina. A gratidão não anula o sofrimento, mas nos reposiciona acima dele — onde podemos respirar fé, cultivar esperança e aguardar em paz.

🌿 Reflexão para aplicar hoje:

💭 Tenho reclamado mais do que agradecido?

💭 A ansiedade tem me impedido de ver as bênçãos escondidas no ordinário?

💭 Que áreas da minha vida precisam de um olhar mais intencional de gratidão?

Gratidão é ponte. Entre o hoje e o amanhã, entre o que temos e o que ainda esperamos. Ela não é conformismo — é confiança. Quando agradecemos, algo se abre no invisível: o peso se torna leve, o pouco se torna suficiente, e a esperança renasce.

Ser grato é dizer: “D‑us, eu reconheço que mesmo quando não entendo, o Senhor continua bom. E isso me basta para hoje.”

Vamos juntos?

Dia 30 da Contagem do Omer nos convida a cultivar uma gratidão ativa. Agradeça hoje — não pelo extraordinário, mas pelo simples. Pelo pão de cada dia, pela força que te levantou, pelo fôlego que te sustenta. A gratidão abre espaço para a glória de D‑us se manifestar onde só havia peso. Hoje, faça dela a sua escolha. E veja como até os dias nublados ganham outra luz.

Amanhã, ao pôr do sol, seguimos com mais um passo dessa jornada de transformação.

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