Bondade, Amor Incondicional

🗓️ Dia 1 – Bondade Criadora

Semana 1 D1: Amor Incondicional

Você já se deu conta de quanta bondade invisível te cerca todos os dias? O ar que você respira, a luz do sol, a chance de recomeçar. Tudo isso são sinais da graça de D-us — sinais que muitas vezes passam despercebidos na correria da vida. Mas hoje, no primeiro dia da Contagem do Omer, somos convidados a parar e perceber.

O tema de hoje é Bondade Criadora. Estamos falando daquela bondade que não exige retorno, que simplesmente transborda porque sim. É assim que D-us age — Ele dá sem esperar nada em troca. Ele criou o mundo por pura generosidade, movido pelo desejo de compartilhar Sua bondade.

📖 “O Senhor é bom para todos, e as suas misericórdias estão sobre todas as suas obras.”

Salmos 145:9

Esse versículo nos lembra que a bondade de D-us é universal. Ela alcança todos — inclusive aqueles que nem sequer a reconhecem. E o mais lindo? Ela continua fluindo, dia após dia, como uma nascente que nunca seca.

No Novo Testamento, o apóstolo João escreve:

📖 “E da sua plenitude todos nós recebemos, e graça sobre graça.”

João 1:16

Essa “graça sobre graça” é a abundância do amor de D-us derramada sobre nós — não porque merecemos, mas porque Ele é assim: generoso por natureza.

✨ Foco prático do dia: Dar sem esperar nada em troca.

Simples assim. Que tal começar esse desafio de 49 dias fazendo um gesto de bondade por alguém, sem esperar aplauso, reconhecimento ou retribuição? Um elogio sincero, uma mensagem de encorajamento, um ato de ajuda silenciosa — são sementes de amor que tocam mais do que você imagina.

🪞 Reflexão para aplicar hoje:

Pense por um momento: qual foi a última vez que você deu algo — tempo, atenção, escuta, carinho — sem calcular retorno? Você consegue lembrar de alguém que foi canal da bondade de D-us pra você? Agora, imagine poder ser essa pessoa para outro hoje.

D-us nos chama a sermos espelhos da Sua natureza. Ele nos criou com essa capacidade: de fazer o bem só pelo bem. Às vezes, a gente acha que precisa de grandes gestos pra impactar o mundo, mas a verdade é que a transformação começa no pequeno. No simples. No invisível.

E se hoje for o primeiro degrau de uma escada rumo a um coração mais generoso?

E se, ao longo desses 49 dias, D-us quiser formar em você uma versão mais parecida com Ele?

💬 Pergunta para o dia:

Qual é um pequeno ato de bondade que você pode praticar hoje, sem esperar nada em troca?

Que sua jornada comece com graça. Que sua vida transborde amor criador.

Vamos juntos? O primeiro dia da contagem já começou. 

Amanhã após o por do sol vou publicar a reflexão do dia 2.

Adivalter Sfalsin

Contando o Omer

Vamos Contar o Omer juntos? 

Uma Jornada de 49 Dias que Pode Mudar Tudo

Você já parou para pensar no que poderia acontecer se você se comprometesse, por apenas 49 dias, a crescer um pouco mais a cada dia — como pessoa, como ser espiritual, como filho(a) de D-us?

Pois é exatamente esse o convite da Contagem do Omer: uma jornada de autotransformação e reconexão com o Divino, que começa na segunda noite da Páscoa (Pessach) e vai até a festa de Shavuot — o dia em que celebramos a entrega dos Dez Mandamentos e a revelação da Palavra.

📅 No calendário bíblico, hoje é 14 de Nissan. Ao pôr do sol, começará o 15 de Nissan — a Páscoa bíblica — e, tradicionalmente, ao final desse dia, inicia-se a Contagem do Omer: um período de 49 dias entre a saída do povo hebreu do Egito e a entrega da Torá no Monte Sinai.

Nesse período, a tradição judaica convida o povo a se preparar espiritualmente para receber a Palavra do Senhor. E Jesus, em seu contexto judaico, muito provavelmente manteve essa tradição. Nos Evangelhos e no Novo Testamento, vemos ecos disso quando Ele instrui seus discípulos a permanecerem em Jerusalém até o envio do Espírito Santo — um paralelo direto com o recebimento dos Dez Mandamentos no Sinai:

“E eis que sobre vós envio a promessa de meu Pai; ficai, pois, na cidade de Jerusalém, até que do alto sejais revestidos de poder.”

(Lucas 24:49)

“Mas recebereis poder ao descer sobre vós o Espírito Santo, e ser-me-eis testemunhas…”

(Atos 1:8)

Isso nos mostra que o Pentecostes (Shavuot) relatado no novo testamento é o dia 50 dessa mesma contagem — não por acaso, mas por propósito divino.

✨ E você já se perguntou quem foram os primeiros “pentecostais” da história? Não foram os discípulos no cenáculo nem as igrejas formadas com esse nome — mas foram os hebreus no deserto, reunidos diante do Monte Sinai, ouvindo trovões, vendo relâmpagos e recebendo a Palavra diretamente do céu. Eles foram os primeiros a celebrar esse evento tão significativo: a entrega da Lei, que moldaria a identidade de um povo e revelaria a vontade de D-us.

Talvez você nunca tenha feito isso antes. Talvez você nem saiba por onde começar. Mas aqui vai uma verdade: D-us se revela a quem está disposto a caminhar. E essa caminhada acontece dia após dia, escolha após escolha, pensamento após pensamento.

Durante esses 49 dias, a contagem do Omer nos convida a trabalhar nosso interior por meio de sete virtudes espirituais, uma para cada semana — cada uma revelando uma faceta do caráter de D-us e um aspecto do nosso ser que precisa ser refinado:

✨ As Sete Semanas Espirituais:

1. Bondade – Aprender a amar com generosidade, sem esperar retorno.

2. Disciplina/Autocontrole – Estabelecer limites saudáveis e fortalecer nossa vontade.

3. Beleza/Compaixão – Encontrar equilíbrio entre justiça e misericórdia.

4. Persistência/Vitória – Desenvolver firmeza, fé constante e resistência espiritual.

5. Humildade/Gratidão – Reconhecer que a força vem de D-us e aprender a ceder.

6. Conexão/Vínculo – Fortalecer nossos relacionamentos e nossa aliança com D-us.

7. Realeza/Nobreza Interior – Assumir responsabilidade e liderar com dignidade e serviço.

Mas isso não é só teoria — é prática. É olhar para dentro com coragem. É perguntar:

• Quem estou me tornando?

• Que hábitos me aproximam ou me afastam de D-us?

• Como posso amar melhor? Falar com mais sabedoria? Ter mais paciência?

• O que está me impedindo de ser plenamente aquilo que D-us sonhou para mim?

A Contagem do Omer é como uma escada. Ela não exige perfeição, mas movimento. Um degrau por dia. Uma vitória por vez.

E se, ao final desses 49 dias, você estivesse mais leve, mais sábio(a), mais cheio(a) da presença de D-us?

E se essa contagem, feita com fé e intenção, fosse o que faltava para destravar coisas na sua vida que há tempos você vem orando?

🎯 O desafio está lançado:

Durante os próximos dias, vamos contar juntos.

Mas mais do que contar dias, vamos fazer com que cada dia conte.

É sobre a jornada interior que só você pode trilhar.

Aceita esse convite? Nos próximos 49 dias vou publicar um pequeno artigo abordando cada aspecto das 7 semanas, fique atento as notificações.

Então se prepare, porque essa jornada não é apenas sobre números.

É sobre seu coração, sua alma — e o que D-us quer revelar em você antes que o fogo desça novamente no dia 50.

Vamos? Vem comigo.

Adivalter Sfalsin

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Shavuot ou Pentecostes

Shavuot ou Pentecostes?

🔥 Shavuot e Pentecostes: A Mesma Festa, Duas Perspectivas, Uma Revelação

Você sabia que Pentecostes é a mesma festa chamada Shavuot na Bíblia?

Pentecostes, do grego Πεντηκοστή (Pentekostē), significa “cinquenta”, e marca o quinquagésimo dia após a Páscoa. No judaísmo bíblico, é o Shavuot — também conhecida como a Festa das Semanas — quando se celebra tanto a colheita dos primeiros frutos quanto a revelação dos Dez Mandamentos no Monte Sinai.

📆 Quando se celebra?

Nessa ano (2025), Shavuot começa ao pôr do sol de domingo, 1º de junho, e termina ao anoitecer de terça-feira, 3 de junho.

É uma das três festas bíblicas de peregrinação (juntamente com Pessach, (páscoa) e Sucot (tabernáculos) e, surpreendentemente, muitas pessoas nem sabem que ela comemora a revelação dos Dez Mandamentos à humanidade. Já parou para pensar que não temos nenhuma festa no calendário cristão tradicional que celebre esse momento? Essa festa já existe na Bíblia — talvez só não tenhamos percebido sua importância.

🧭 O que é a Contagem do Omer?

A Contagem do Omer é o período de 49 dias entre Pessach (Páscoa) e Shavuot (Pentecostes), conforme descrito em Levítico 23:15-16:

“Contareis para vós, desde o dia seguinte ao sábado… sete semanas completas. Contareis cinquenta dias…”

Originalmente uma prática agrícola ligada à colheita de cevada e trigo, a contagem do Omer foi compreendida espiritualmente como uma jornada de transformação interior, conectando a libertação do Egito à revelação da Torá no Sinai. Cada dia é contado com uma bênção, e muitos usam esse tempo para refletir sobre virtudes como bondade, justiça, humildade, e disciplina. O Monte Sinai: Nosso Ponto de Encontro – No 50º dia após a saída do Egito, D’us se revelou ao povo hebreu no Monte Sinai com fogo, trovões, som de trombetas e uma voz audível. Foi o nascimento espiritual de Israel como nação, conforme Isaías 49:6, chamada para ser “luz para as nações”. A tradição rabínica afirma que a voz de D’us se dividiu em 70 línguas, representando todos os povos — mostrando que Sua mensagem era universal desde o início.

Pentecostes: O Espírito Sobre Todos, sua revelação a todos os povos. Agora compare com Atos 2:1–3: “E, cumprindo-se o dia de Pentecostes, estavam todos concordemente no mesmo lugar. E de repente veio do céu um som, como de um vento impetuoso… e foram vistas por eles línguas repartidas, como que de fogo.”

Jesus havia dito: “Ficai, porém, na cidade de Jerusalém, até que do alto sejais revestidos de poder.” – Lucas 24:49, cumprido fim da contagem do Omer.

Assim como no Sinai o fogo desceu sobre o monte, agora ele desce sobre os discípulos, na sua maioria esmagadora judeus. A festa é a mesma: Shavuot, só que traduzida como Pentecostes. No Sinai, D’us deu os mandamentos ao povo hebreu. Em Atos 2, Ele derramou o Espírito Santo para capacitá-los a levar esses mandamentos às nações. “porque de Sião sairá a lei, e a palavra do Senhor de Jerusalém.” Miquéias 4:1-2 e Isaías 2:2-3.

Três mil pessoas creram naquele dia — assim como no Sinai, quando três mil morreram por causa do bezerro de ouro (Êxodo 32:28). Aqui vemos a graça restaurando o que a desobediência havia quebrado.

🌾 Primícias do Espírito e da Ressurreição – Shavuot também é a festa das primícias — a entrega dos primeiros frutos a D’us. No evangelho, vemos isso refletido quando, após a ressurreição de Jesus, “muitos santos ressuscitaram” (Mateus 27:52) — as primícias dos que dormem. Assim, o Pentecostes não é o rompimento com o antigo, mas a continuidade e ampliação da revelação divina. A Torá dada no Sinai não é substituída, mas complementada pela ação do Espírito, que escreve a Lei nos corações.

🧩 Uma Conexão Profunda – Essa ligação entre judaísmo e cristianismo nem sempre é reconhecida, mas é essencial. Shavuot e Pentecostes são duas janelas para o mesmo céu:

• No Sinai, D’us forma um povo.

• Em Jerusalém, Ele envia esse povo ao mundo.

• No Sinai, os mandamentos.

• Em Pentecostes, o Espírito que capacita a vivê-los.

• No Êxodo, uma libertação física.

• Em Atos, uma libertação espiritual.

As divergências nas datas das festas nos convidam à introspecção. Será que não estamos perdendo algo ao nos desconectarmos das raízes bíblicas?

Enquanto muitos comemoram festas como o Natal, com raízes questionáveis, pouco se fala sobre Shavuot — o dia da entrega dos Mandamentos ou o derramamento do Espírito Santo. Celebrar essas datas nos reconecta à história da fé e nos ajuda a ver que o cristianismo não surgiu isolado, mas é fruto da revelação progressiva de D’us ao longo do tempo onde os gentios são agora enxertados nas promessas dadas aos patriarcas.

🤔 Por que não celebramos isso? – Celebramos o Natal, cuja origem é discutível, mas negligenciamos a entrega dos Dez Mandamentos e a descida do Espírito Santo — dois dos maiores marcos da fé. Talvez este seja um chamado para voltar às raízes e celebrar o que realmente carrega peso eterno.

🌍 Um Convite à Unidade – A conexão entre Shavuot e Pentecostes mostra que a revelação divina não é fragmentada, mas progressiva e inclusiva. Ela não rejeita o que veio antes — ela constrói sobre isso, abrindo caminho para que todos os povos possam conhecer o D’us de Israel.

“Porque Ele é a nossa paz, o qual de ambos fez um, e derrubou a parede de separação que estava no meio… para criar em si mesmo, dos dois, um novo homem, fazendo a paz.” – Efésios 2:14-15

Adivalter Sfalsin

Primeira Fake News

Você já se perguntou qual foi a primeira fake news da história? Muito antes das redes sociais, dos algoritmos e dos deepfakes, uma mentira cuidadosamente arquitetada mudou o rumo da história — e não só da história bíblica, mas de toda a existência humana. Não, não estamos falando de uma fofoca qualquer. Estamos falando daquilo que aconteceu no Jardim do Éden, um episódio que continua ecoando até os dias de hoje. A história é conhecida, mas talvez nunca tenhamos parado para olhá-la sob essa lente: a serpente, Eva, o fruto proibido e… a mentira. Sim, aquela mentira sutil, disfarçada de verdade, foi o estopim de uma mudança de paradigma. E se olharmos bem, perceberemos que as fake news de hoje nada mais são do que ecos desse primeiro engano. Vamos mergulhar nessa história?

O Berço da Mentira – Gênesis 3 nos apresenta um diálogo aparentemente inocente, mas profundamente estratégico. A serpente, descrita como “mais astuta que todos os animais do campo”, se aproxima de Eva com uma pergunta aparentemente inofensiva: “É assim que D-us disse: Não comereis de toda a árvore do jardim?” (Gênesis 3:1). Essa pergunta já carrega veneno. A intenção não era informar, mas plantar dúvida. E Eva, ao tentar responder com fidelidade, mostra que sabia o que D-us havia dito: “Do fruto da árvore que está no meio do jardim, disse D-us: Não comereis dele, nem nele tocareis, para que não morrais.” (v.3). A ordem era clara. A consequência, também. Mas então vem o golpe fatal da serpente: “Certamente não morrereis.” (v.4). Pronto. A primeira fake news está lançada. Uma afirmação falsa, que contradiz diretamente a verdade dita por D-us. Mas a serpente não para por aí. Ela vai além, oferecendo uma “explicação alternativa”: “Porque D-us sabe que no dia em que dele comerdes se abrirão os vossos olhos, e sereis como D-us, sabendo o bem e o mal.” (v.5). Perceba a genialidade — e a malícia — dessa mentira. A serpente não apenas nega a consequência, ela cria uma narrativa sedutora: D-us estaria escondendo algo bom. Eva não estaria desobedecendo, mas buscando libertação, autonomia, conhecimento.

A Desconstrução da Verdade – Até aquele momento, D-us era a fonte absoluta da verdade, o único que definia o que era bem e o que era mal. Eva, ao dar ouvidos à serpente, faz mais do que comer um fruto proibido — ela decide que quer ser como D-us. Decide que a prerrogativa de definir o bem e o mal não deveria estar apenas nas mãos do Criador, mas também nas dela.

Essa é a raiz de toda fake news: a rejeição de uma autoridade confiável e a construção de uma “verdade” própria, a famosa “narrativa”, ou frase “vamos criar uma narrativa”, conveniente, emocionalmente atraente. Eva viu que o fruto era bom para comer, agradável aos olhos e desejável para dar entendimento. O desejo venceu a verdade. A mentira teve sabor de empoderamento. O resultado? Uma separação imediata entre humanidade e D-us, vergonha, culpa, e o início de uma jornada marcada por dor, confusão e morte. Pode parecer distante, mas essa história é mais atual do que nunca. Estamos vivendo em uma era onde a verdade é constantemente relativizada. O que importa, muitas vezes, não é o que é verdadeiro, mas o que “parece bom”, “soa certo” ou “agrada aos meus olhos”. Assim como Eva, muitas pessoas escolhem acreditar em narrativas sedutoras, mesmo que estejam em conflito com fatos, evidências ou princípios morais. As fake news de hoje prometem libertação, empoderamento, revelações ocultas. Nos dizem que “os especialistas estão mentindo”, que “os governantes escondem a verdade”, que “cada um tem sua própria verdade”. O que parece ser apenas uma opinião alternativa, muitas vezes é uma estratégia para nos afastar da verdade — da Verdade com “V” maiúsculo. E quais são as consequências?

Quando a sociedade começa a construir seus valores sobre mentiras, o que acontece? Confusão moral. Crises institucionais. Polarização. Desconfiança generalizada. Poder sendo usurpado. A fake news não é apenas um problema informacional — ela é um problema espiritual, moral e existencial. Assim como Eva, hoje muitos querem ser “como D-us” — decidir por si mesmos o que é certo ou errado, o que é vida ou morte, o que é homem ou mulher, o que é verdade ou ilusão. E como na história do Éden, a mentira parece doce, mas cobra um preço amargo.

Nações inteiras estão se afastando de princípios sólidos e objetivos, trocando-os por relativismos perigosos. A verdade é rebaixada a opinião. A mentira, se compartilhada o suficiente, vira “consenso”. E, como no Éden, isso gera consequências irreversíveis: famílias desfeitas, corrupção generalizada, identidade fragmentada e morte.

O Que Podemos Fazer? – Talvez a grande pergunta não seja apenas “qual foi a primeira fake news?”, mas como podemos reagir à mentira hoje? A resposta começa com humildade. Reconhecer que há uma verdade que não nasce de nós mesmos, mas de D-us, ele é o princípio absoluto. Que não temos todas as respostas, e que precisamos de uma fonte confiável de sabedoria. Voltar à Palavra. Resgatar a confiança no que D-us disse. Rejeitar as serpentes que ainda hoje sussurram: “Certamente não morrereis.” Também precisamos cultivar discernimento. Ensinar nossas famílias, igrejas e comunidades a questionar as narrativas dominantes. A buscar evidências, comparar com a verdade bíblica, e não ceder ao que apenas parece bom. Por fim, precisamos recuperar a coragem. Coragem para nadar contra a maré, para defender a verdade mesmo quando ela é impopular. Coragem para dizer: “Não, eu não vou comer desse fruto. Eu creio no que D-us disse.”

A Verdade Ainda Importa. A primeira fake news da humanidade nos ensina que mentiras podem parecer belas, mas seus frutos são amargos. Eva acreditou que estava ganhando liberdade, mas perdeu o paraíso. Hoje, muitas vozes nos convidam a fazer o mesmo — a trocar a verdade eterna por verdades temporárias e sedutoras. Mas a boa notícia é que D-us não nos deixou presos à mentira. Em Jesus, a Verdade se fez carne, João 14:6, Eu sou o caminho, e a VERDADE, e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim. Ele nos chama de volta ao jardim, de volta à confiança, de volta à vida. A escolha está diante de nós: a serpente continua falando, mas a voz de D-us também.

Quem você vai ouvir?

Adivalter Sfalsin

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