Rostos Erguidos, Olhos Abertos
Há momentos na vida em que o peso do mundo recai sobre nós com força, e tudo o que conseguimos fazer é abaixar a cabeça. Curvamos não por humildade, mas por cansaço. O peso pode vir da culpa, do fracasso ou da simples dúvida sobre quem realmente somos. Nesses momentos, desviamos o olhar, não apenas dos outros, mas do próprio rosto dos Céus. E, no entanto, ecoa através do tempo uma bênção antiga e peculiar. Ela não vem de reis nem de sábios, mas dos lábios do Eterno. Não é uma fórmula poética qualquer, mas um chamado divino para erguer o rosto, não com presunção, mas com reverência, não com orgulho, mas com paz.
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